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Luto

Morre a 2ª vereadora da história de Aragarças aos 86 anos que depois se tornou pioneira de Pontal

 

Faleceu por volta meio-dia de terça-feira (13/8) a pioneira de Aragarças-GO e também do Pontal do Araguaia-MT, dona Dilce Castro dos Santos, aos 86 anos. Segundo informações da família, a pioneira estava internada na UTI do Pronto Socorro devido a problema de saúde ocasionado pela idade avançada e infelizmente não resistiu. Dona Dilce era avó do vereador e presidente da Câmara de Pontal do Araguaia Cláudio Freitas

Dona Dilce entrou para história como a segunda vereadora do município de Aragarças. Ela assumiu o mandato em 1987 na época do ex-prefeito Hélio Fernando. Até aquele período somente uma mulher tinha participado do parlamento aragarcense.

“Dona Dilce era maravilhosa, dedicada a família e criou os filhos aqui em Aragarças ao lado do esposo o desportista e também ex-vereador Raimundo Lopes dos Santos, que hoje cede o nome dele ao ginásio de esportes da cidade. E certamente dona Dilce serviu de inspiração para que o filho dela, Aeriton Wagner (já falecido) lutasse pela emancipação do Pontal do Araguaia”, lembra o ex-prefeito Hélio Fernando que lamentou a morte da pioneira durante entrevista ao site Araguaia Notícia por telefone.

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Dona Dilce era mãe também do ex-vereador de Pontal do Araguaia, Ademilton Castro dos Santos. O corpo de dona Dilce será velado na Câmara de Pontal do Araguaia a partir da tarde de terça-feira e o sepultamento será às 10 horas da manhã de quarta-feira (14/8).

Deixamos aqui as condolências à família enlutada.

Fonte: AraguaiaNoticia

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Fatalidade

“Enterrei meu filho duas vezes”, diz mãe após troca de corpos em IML; famílias velaram e sepultaram pessoas erradas

Mônica Raquel Guadagnin enterrou o filho, de 24 anos, duas vezes após uma falha no processo de liberação de corpos no Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis. O caso, registrado em abril deste ano, resultou na troca de três corpos e levou famílias a velarem e sepultarem pessoas erradas.

Juliano Henrique Guadagnin, de 24 anos, morreu em um acidente de moto no dia 9 de abril. No mesmo dia, outros dois homens, Denner Dario Colodina, de 29 anos, e Patrick Nunes Ferreira, de 33, foram encontrados mortos em São José, em casos investigados como homicídio. Os três corpos foram recolhidos pela mesma viatura e encaminhados ao Instituto Geral de Perícias (IGP) da capital.

No dia seguinte, dois corpos foram liberados pelo IML para as respectivas funerárias para que as famílias pudessem realizar as cerimônias de despedida. Um deles foi entregue à funerária contratada pelos familiares de Juliano. O sepultamento ocorreu no mesmo dia, por volta das 17h, após o velório iniciado às 14h.

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“Dor que não acaba”

Horas depois de deixar o cemitério, Mônica recebeu uma ligação da funerária pedindo que retornasse à Central de Óbitos. Segundo ela, foi informada de que havia ocorrido “um problema com o IML”. O problema, na verdade, era a troca dos corpos.

O corpo de Denner foi entregue à família de Juliano, enquanto o de Patrick foi entregue à família de Denner. Os dois foram sepultados no mesmo dia, em caixões fechados, sem que os familiares tivessem contato direto com os corpos. O corpo de Juliano permaneceu no IML.

— Velar e sepultar um filho já é uma dor que não se acaba. Mas eu passei por isso duas vezes. Eu carreguei o caixão de uma outra pessoa achando que era meu filho — relatou Mônica.

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