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Diamantino é 7º maior exportador e negócios chegam a R$ 322 milhões

Diamantino está em 7º no ranking estadual de volume de produtos vendidos para clientes de diversos países. Segundo o ministério da Economia, as indústrias do município exportaram 4,2% da produção estadual para clientes de diversos países. Em janeiro, os negócios com as exportações foram de US$ 56,3 milhões (R$ 322,48 milhões) em negociações no exterior, principalmente com a China, Coreia do Sul, Chile, Paquistão, Itália, Indonésia, Taiwan, Bangladesh, Turquia, Espanha.

As exportações realizadas pelas multinacionais sediadas no município são 38% de algodão cardado nem penteado, 37% carnes bovinas congeladas e milho tem 20% cada. Em menor escala, carnes bovinas frescas e refrigeradas 3,4%, gorduras, óleo de soja e respectivas fracções.

Em Lucas do Rio Verde, Só Notícias apurou que os negócios chegaram a US$ 25,74 milhões (R$ 147,3 milhões) com clientes em diversos países e exportaram 1,9% dos produtos de Mato Grosso, para clientes da China, Indonésia, Argélia, Tailândia, Egito, México, Turquia, Polônia, Vietnã, Marrocos, Índia, Bangladesh, Itália, entre outros.

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O algodão não cardado, nem penteado é o produto mais exportado, representando 40% dos negócios feitos pelas indústrias de Lucas, seguido por milho com 32%, legumes de vagem secos e em grãos, outras sementes e frutos oleaginosos 5,3%, outras gorduras e óleos vegetais 2,7%.

Conforme foi apurado, Sorriso acumulou US$ 62,43 milhões (R$ 359,2 milhões) em produtos exportados. Indústrias de Sinop acumularam US$ 57,48 milhões (R$ 329,2 milhões).

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Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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