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Flor Ribeirinha fenômeno de MT encanta o público na Times Square com o Siriri

O grupo Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio, patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso e referência internacional da cultura popular brasileira, protagonizou um momento histórico neste final de semana, ao se apresentar na Times Square, em Nova York-Estados Unidos.

Em meio aos gigantescos telões da avenida mais famosa do mundo, as imagens do grupo foram exibidas enquanto os artistas dançavam o tradicional Siriri, expressão autêntica das raízes cuiabanas e símbolo da alegria e resistência do povo mato-grossense. Esta foi a primeira vez, que uma manifestação popular típica do estado ganhou projeção em um dos palcos mais emblemáticos do planeta, o que representa um marco histórico para a cultura de Mato Grosso.

Na avaliação do diretor geral do grupo Flor Ribeirinha, Avinner Silva, a presença na Times Square reafirma a força da identidade mato-grossense e evidencia como a arte regional pode ocupar espaços globais, levando vozes, cores e ritmos do Centro Oeste brasileiro. “Ver o nosso Siriri ecoando na Times Square é a prova de que nossa cultura é viva, universal e capaz de emocionar pessoas em qualquer lugar do planeta”, disse ele, frisando que o vídeo e fotos registram o momento simbólico, o encontro da tradição de Mato Grosso com o cenário global, unindo o ritmo contagiante do Siriri à energia cosmopolita de Nova York.

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Por Malu Sousa

O grupo Flor Ribeirinha de São Gonçalo Beira Rio, patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso e referência internacional da cultura popular brasileira, protagonizou um momento histórico neste final de semana, ao se apresentar na Times Square, em Nova York-Estados Unidos.

Em meio aos gigantescos telões da avenida mais famosa do mundo, as imagens do grupo foram exibidas enquanto os artistas dançavam o tradicional Siriri, expressão autêntica das raízes cuiabanas e símbolo da alegria e resistência do povo mato-grossense. Esta foi a primeira vez, que uma manifestação popular típica do estado ganhou projeção em um dos palcos mais emblemáticos do planeta, o que representa um marco histórico para a cultura de Mato Grosso.

Na avaliação do diretor geral do grupo Flor Ribeirinha, Avinner Silva, a presença na Times Square reafirma a força da identidade mato-grossense e evidencia como a arte regional pode ocupar espaços globais, levando vozes, cores e ritmos do Centro Oeste brasileiro. “Ver o nosso Siriri ecoando na Times Square é a prova de que nossa cultura é viva, universal e capaz de emocionar pessoas em qualquer lugar do planeta”, disse ele, frisando que o vídeo e fotos registram o momento simbólico, o encontro da tradição de Mato Grosso com o cenário global, unindo o ritmo contagiante do Siriri à energia cosmopolita de Nova York.

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A apresentação do grupo no local, marcou mais um passo da trajetória internacional do Flor Ribeirinha, que já levou a cultura brasileira a diversos países, sempre com o propósito de valorizar as tradições populares e difundir o Siriri como forma de arte, identidade e celebração da diversidade. “O grupo reforça sua missão de representar o Brasil com arte, cor e alegria, levando as vozes e os passos de sua terra natal para o mundo”, concluiu o diretor.

Além da Time Square, o Flor Ribeirinha também apresentou o Siriri e outras danças na Galeria Visit Brasil-Pantanal 2025, um evento da Embratur, realizado em parceria com o Sebrae e com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, para mostrar o Brasil por meio da arte e turismo, destacando o Pantanal, que é reconhecido pela Unesco, como a maior reserva ecológica das Américas.

No Chelsea Arts District um dos mais renomados circuitos de arte, o público vivenciou a gastronomia, a dança e a música brasileira em uma experiência, conectando sustentabilidade e identidade cultural. O grupo Flor Ribeirinha, representou o coração cultural do Pantanal com uma intervenção artística, entrelaçando dança, música e performance para celebrar as tradições populares. O seu repertório artístico foi marcante e inesquecível para o público nova-iorquino.

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Encenação da Via Sacra leva população às lágrimas em Torixoréu-MT no encerramento da Semana Santa VEJA VÍDEO

Em uma noite de lua cheia, silêncio, mistério e devoção, na Sexta-feira Santa, a rua rústica da avenida Dom Bosco, em Torixoréu-MT, a “Cidade Brilhante”, não foi apenas caminho, mas o palco de uma história de amor que atravessa milênios. A Via Sacra – Encenação da Paixão de Cristo, não cruamente uma representação; foi um abraço da nossa cultura na fé do nosso povo.

Tudo começou sob o olhar atento da arte. Na primeira estação, as paredes da Biblioteca Municipal Professor Pedro Arbués deixaram de ser concreto para se tornarem o tribunal da história. Pelas mãos sensíveis do artista visual local, Stive Woston Barreto, a fachada transformou-se em um cenário vivo, onde o traço da arte visual local deu o tom solene ao julgamento de Jesus, provando que a beleza é, também, uma forma de oração.

Outro destaque também, na caracterização artística da matéria humana, que foi a maquiagem artística de Jesus de Nazaré e da personagem da cena “Jesus Consola as mulheres que choram”, materializada pela sensibilidade das mãos da secretária de Turismo, Lorena Matos.

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Ao longo do cortejo, cada passo dado pela comunidade carregava um eco de esperança. Este ano, as estações nos convidaram a uma imersão profunda nos temas da Fraternidade e Moradia, lembrando-nos que o Cristo que sofreu ontem habita hoje a busca de cada irmão por dignidade e um teto que o acolha.

O ápice dessa jornada de emoções nos conduziu à Igreja Matriz, onde uma apreciável réplica do Sepulcro, em tamanho ampliado, nos aguardava. Ali, diante do túmulo, a tristeza da despedida deu lugar ao desfecho no calvário da Paixão de Cristo.

“A Secretaria de Cultura juntamente com a Paróquia São João Bosco e o apoio potente da Prefeitura de Torixoréu, e de seus parceiros diretos, com o destaque à professores e professoras da Escola Estadual Arthur da Costa e Silva, que atuaram forte, na realização da Via Sacra – Encenação da Paixão de Cristo, como parte da programação paralitúrgica da Semana Santa em Torixoréu – 2026, estão escrevendo junto com cada ator e voluntário, um capítulo inesquecível na história de Torixoréu, que une fé, cultura e devoção popular!” destacou o secretário de Cultura Vanney Neves.

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