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Cuiabá

Crueldade extrema: Mãe reconhece filhos decaptados em vídeo em MT

A mãe de João Victor dos Santos Lima, de 16 anos, e Elias Gabriel dos Santos Lima, de 13, reconheceu os filhos em um vídeo que mostra dois corpos decapitados. As imagens foram enviadas ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Os adolescentes estavam desaparecidos desde 9 de novembro, em Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, os irmãos saíram de casa para comprar chinelos e não voltaram. As investigações indicam que eles faziam parte de uma facção criminosa.

Ainda conforme a polícia, Elias Gabriel teria envolvimento em um homicídio ocorrido em Cáceres (MT). A vítima foi identificada como Cristiane. O adolescente cumpriu medidas judiciais em Rondonópolis (MT), e depois foi liberado.

Após ser liberado, Elias voltou para Cáceres, mas teve que se mudar para Cuiabá, onde passou a viver com o irmão. Segundo a polícia, ele estava jurado de morte por membros de uma facção rival.

Os cartazes com os nomes dos irmãos começaram a ser divulgados nesta terça-feira (11). Após as publicações, o Núcleo de Pessoas Desaparecidas recebeu vídeos e fotos que mostravam dois corpos semelhantes aos dos adolescentes. Nas imagens, as vítimas aparecem decapitadas.

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Mesmo sem identificação oficial, a mãe reconheceu imediatamente os filhos nas imagens.

Os corpos ainda não foram encontrados. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa continua investigando o caso.

G1 MT

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Cuiabá

Coleguinha leva veneno de rato para escola em Cuiabá, sete crianças têm contato com substância e uma vai parar no HMC

Seis crianças estão estáveis, conscientes e sem sintomas no Centro Médico Infantil, enquanto a criança que teria levado o produto apresentou quadro mais significativo e permanece sob monitoramento toxicológico

Sete crianças da Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, localizada no bairro Alvorada, em Cuiabá, precisaram de atendimento médico nesta segunda-feira (10) após terem contato com uma substância identificada preliminarmente como veneno de rato dentro do ambiente escolar.

A ocorrência mobilizou equipes das secretarias municipais de Educação e Saúde. Conforme nota oficial divulgada pela Prefeitura de Cuiabá, assim que o episódio foi identificado, as crianças foram retiradas da situação de risco e encaminhadas para atendimento médico.

Inicialmente, os sete alunos foram levados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro, onde receberam os primeiros cuidados e passaram por avaliação da equipe médica.

Após o atendimento inicial, seis crianças, que estavam conscientes, estáveis e sem apresentar sintomas, foram transferidas para o Centro Médico Infantil (CMI), unidade especializada no atendimento pediátrico. Elas permaneceram em observação e sob acompanhamento médico por precaução.

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A situação que exigiu maior atenção envolve justamente a sétima criança, apontada pela Prefeitura como aquela que teria levado a substância para a escola.

Segundo o município, esse aluno apresentou um “quadro mais significativo” em comparação às demais crianças. Depois de receber os primeiros atendimentos na UPA Morada do Ouro, ele foi transferido para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

No hospital, a criança permanece recebendo atendimento especializado e submetida a monitoramento toxicológico.

Apesar da necessidade de cuidados diferenciados, a Prefeitura informou que, até o momento da divulgação da nota, todas as sete crianças estavam fora de perigo.

Ainda não foram divulgadas informações sobre como o produto chegou às mãos da criança, de onde teria sido retirado, qual seria exatamente a substância encontrada ou de que maneira ocorreu o contato dos demais alunos com o material.

A identificação como veneno de rato é, até o momento, preliminar, conforme esclareceu oficialmente o município.

A administração municipal afirmou que as secretarias de Educação e Saúde trabalharam de maneira integrada desde que a situação foi descoberta, com o objetivo de garantir atendimento rápido aos estudantes e assistência às famílias.

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O município também informou que continuará acompanhando a evolução do estado das crianças e prestando o suporte considerado necessário.

Por envolver menores de idade e informações relacionadas à saúde, a Prefeitura ressaltou que não divulgará detalhes sobre diagnósticos, procedimentos médicos ou outras informações individualizadas dos pacientes.

Segundo a administração municipal, a restrição busca preservar o sigilo médico, a privacidade, a imagem e a integridade das crianças envolvidas.

O episódio deverá agora ser esclarecido para determinar as circunstâncias em que a substância foi levada para dentro da escola e como sete estudantes acabaram tendo contato com o produto. Até que haja confirmação técnica sobre o material, a informação oficial permanece sendo de que se trata, preliminarmente, de veneno de rato.

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