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Cidades

Seciteci oferta 960 vagas para cursos na Escola Técnica Estadual de Cuiabá

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), vai ofertar 960 vagas em cursos técnicos e profissionalizantes na Escola Técnica Estadual (ETE) de Cuiabá. As inscrições serão realizadas no período de 24 de maio a 03 de junho.

Os cursos marcam o início das atividades na unidade de ensino, inaugurada no final de março, com a meta de dar vazão à demanda reprimida por qualificação profissional na capital e em toda Baixada Cuiabana.

Na última sexta-feira (13.05), foram divulgadas as primeiras 440 vagas em cursos técnicos, com duração média de dois anos.  Do total de vagas, 240 terão o início das aulas no dia 19 de julho.

Neste grupo, serão ofertadas 80 vagas para técnico em Agronegócio, 40 vagas em Administração, 40 em Informática, 40 em Segurança do Trabalho e 40 vagas para técnico em Veterinária. As aulas serão realizadas no período noturno, com exceção do técnico em Agronegócio que terá turmas vespertina e noturna.

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As demais 200 vagas terão o início das aulas de forma gradativa, de acordo com o edital. Nesta fase serão ofertadas 80 vagas para Técnico em Enfermagem, 80 para Recursos Humanos e 40 para Segurança do Trabalho.

Mais Qualificação

Outras 520 vagas também serão ofertadas na modalidade Formação Inicial e Continuada (FIC). O edital com orientações sobre o processo seletivo e o calendário com o início das aulas será publicado nesta terça-feira (17.05), na página da Seciteci. Os FICs são cursos de curta duração, de três a cinco meses, e rápida absorção pelo mercado de trabalho, geralmente elaborados para o atendimento rápido de demandas específicas, nos mais diversos segmentos.   

Todos as 960 vagas serão ofertadas presencialmente. A ETE de Cuiabá tem capacidade para 1.500 alunos nos três turnos, além de laboratórios, auditório, biblioteca, refeitório, centro de convivência, ginásio poliesportivo coberto, área administrativa e estacionamento.

“É a realização de um sonho, tanto para o Governo do Estado, que passa a ofertar a formação técnica profissional em sede própria, moderna e equipada, e para os nossos alunos que têm garantida a chance de estudar em uma escola modelo, que segue padrões do Programa Brasil Profissionalizado, do governo federal, e que se prepara para em breve ofertar uma variedade de atividades e cursos de formação profissional em parceria com o Governo Federal, instituições e iniciativa privada. Sem dúvida, o início das atividades na ETE de Cuiabá marca uma nova fase na oferta de mão de obra qualificada e motivada, em Cuiabá”, frisou a superintendente de Educação Profissional e Superior da Seciteci, Pollyana Peron.

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Para ter acesso ao formulário de inscrição e demais informações referentes aos processos seletivos, o candidato poderá acessar o Portal Seletivo/Seciteci/MT aqui

Fonte: GOV MT

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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