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“Quebra-molas fantasma” em bairro de VG provocou mais de 100 acidentes, dizem moradores

 

Moradores do bairro Jardim Ikarai, em Várzea Grande, denunciaram a falta de redutores de velocidade no cruzamento das ruas Felipe dos Santos – avenida principal, com a Luiz da Silva. Devido à falta de quebra-molas, o local é conhecido pela grande quantidade de acidentes. De acordo com moradores, mais de 100 acidentes já ocorreram nessa região.

O VNG esteve in loco e verificou que no local há sinalização de “Pare”. Contudo, segundo os moradores, os condutores que passavam pelo cruzamento não respeitavam a sinalização.

Além disso, no dia da reportagem constatamos que no local tinha uma placa que indicava o quebra-molas, mas não havia redutor de velocidade no local. Ele foi instalado um dia após a reportagem do VNG, cerca de dois meses após a colocação da sinalização.

Em entrevista ao VNG, Joanil Martins da Silva, 47 anos, que possui uma borracharia na esquina do cruzamento há mais de 30 anos relatou que a placa que indica o quebra-molas foi posta há cerca de dois meses no cruzamento, assim como a marcação de onde seria colocada, mas mesmo com as constantes reclamações do presidente de bairro, a obra não foi finalizada.

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“Tem uma placa de quebra-molas aqui na esquina, mas não veio o quebra-molas. Eles chegaram a fazer a marcação. Mas não fizeram o quebra-molas. O presidente do bairro mora aqui embaixo. Ele já cansou de ir na Prefeitura de Várzea Grande, ele fala que já assinou os papeis, mas não adianta nada. Eles enrolam, falam que vão vir, mas chega na hora e não vem”, explicou o morador.

Joanil explicou que o redutor de velocidade seria de grande ajuda para os moradores, pois os condutores seriam obrigados a reduzir e respeita a sinalização. A preocupação com o excesso de velocidade no local acontece especialmente devido à grande quantidade de crianças que precisam atravessar.

“É perigoso demais para as crianças atravessarem. Se eu, que moro aqui há anos, quando vou atravessar já é difícil, imagine para elas”.

Ademir Rodrigo do Carmo, 36 anos, que mora há 10 anos próximo ao cruzamento, revelou que já presenciou mais de 100 acidentes na travessia. Muitas vezes envolvendo os próprios moradores do bairro.

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A fim de tentar ‘solucionar’ o problema, visto que a placa foi posta há meses e o redutor não foi construído, Ademir e um grupo de moradores chegou a cogitar comprar cimento e outros equipamentos para eles mesmos construírem o quebra-molas.

“Eu e a galera daqui do bairro estava querendo comprar um saco de cimento, fazer o serviço que a prefeitura não está fazendo, né? Pois a placa foi coloca no meio janeiro, depois de várias reclamações, mas o quebra-molas não existe. É um quebra-molas fantasma”, disse Ademir.

Instalação do quebra-molas

Em um vídeo encaminhado ao VNG, os moradores do bairro afirmam que o quebra-molas finalmente chegou. Entretanto, foi colocado somente um, na avenida principal. Para os eles, é necessário a instalação de mais um na travessa, a fim de diminuir ainda mais a quantidade de acidentes na região.

Fonte: VNG

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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