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Barra do Garças reforça proibição de fogos com estampido em eventos oficiais

Barra do Garças adotará integralmente a lei que proíbe o uso de fogos de artifício com estampido em eventos oficiais do município. A confirmação foi feita pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Alex Matos, autor da legislação aprovada em 2018. A norma surgiu após pedidos de famílias com crianças autistas e de protetores de animais, preocupados com os efeitos do barulho na saúde humana e no comportamento dos pets.

O parlamentar lembra que Mato Grosso já possui uma lei estadual que restringe fogos barulhentos, e que agora a prefeitura reforça o compromisso de cumprir a regra nas celebrações de fim de ano, utilizando apenas fogos silenciosos na tradicional queima.

Alex Matos avalia que a medida é um avanço na proteção de pessoas com hipersensibilidade auditiva, especialmente crianças com TEA, além de diminuir o estresse e a desorientação que afetam animais domésticos durante eventos com forte impacto sonoro.

Com a decisão, Barra do Garças se alinha a outras cidades que têm optado por festas mais inclusivas e ambientalmente responsáveis, preservando o espetáculo visual sem os prejuízos causados pelos fogos com estampido.

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Justiça proíbe abate de jumentos na Bahia

Entre 2018 e setembro de 2025, o Ministério da Agricultura registrou o envio de mais de uma tonelada do material para o país, movimentando cerca de US$ 5,5 milhões (aproximadamente R$ 27,5 milhões).

A Justiça Federal determinou a proibição do abate de jumentos na Bahia. A decisão, assinada pela juíza Arali Maciel Duarte na segunda-feira (13), também prevê a transferência dos animais para santuários de proteção.

Segundo a magistrada, a medida foi tomada devido a indícios de maus-tratos na criação, falhas sanitárias nos abatedouros e o risco de extinção da espécie no estado.

As discussões sobre o tema acontecem desde a década de 2010, quando entidades de proteção animal passaram a questionar as condições da atividade na Bahia. A prática chegou a ser regulamentada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) em 2016 e 2020, mas a Justiça entendeu que havia descumprimento das regras atuais.

Dados do Ministério da Agricultura apontam que mais de 173 mil jumentos foram abatidos na Bahia entre 2021 e abril deste ano. O município de Amargosa, no Recôncavo Baiano, é apontado como principal polo exportador.

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A maior parte da produção tem como destino a China, que utiliza o couro do animal na extração de colágeno para a fabricação do produto conhecido como ejiao, usado na medicina tradicional chinesa e associado a promessas de rejuvenescimento e vigor sexual.

Entre 2018 e setembro de 2025, o Ministério da Agricultura registrou o envio de mais de uma tonelada do material para o país, movimentando cerca de US$ 5,5 milhões (aproximadamente R$ 27,5 milhões).

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