Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Agro Notícias

Plantio e desenvolvimento do milho estão atrasados no Paraná devido a presença de chuvas

Por meio do Departamento de Economia Rural (Deral), a Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná divulgou seu relatório de plantio e colheita das principais safras. Conforme apontado no levantamento, 78% das lavouras de milho verão foram semeadas até esta segunda-feira (17), estando 11% desse total ainda em germinação e 89% em fase de estado vegetativo.

Entre as regiões do estado, as atividades se encontram mais adiantadas em Francisco Beltrão, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Toledo, Umuarama, Ponta Grossa, Londrina, Laranjeiras do Sul e Cascavel. Em contrapartida, os trabalhos seguem mais lentos em Jacarezinho, Ivaipora, União da Vitória e Pitanga. 

De acordo com os técnicos do Deral, o plantio de milho vem avançando com dificuldades nas regiões paranaenses, com exceção da região Norte, onde as chuvas têm beneficiado o desenvolvimento das áreas recém plantadas. 

Já nas regionais Oeste e Centro-Oeste, as culturas de verão estão enfrentando dificuldades na emergência e lentidão no desenvolvimento. Na região Noroeste, as chuvas das últimas semanas têm gerado erosões.

Leia Também:  Sistema FAEP/SENAR-PR promove seminário de energias renováveis

Na região Sul, os trabalhos se concentram no plantio, mas o excesso de chuvas e dias nublados está atrasando o desenvolvimento vegetativo da cultura. E na região Sudoeste, o tempo chuvoso tem fornecido poucas janelas de oportunidades para dar seguimento aos trabalhos.

Fonte: AgroPlus

Propaganda

Agro Notícias

Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

Leia Também:  Governo lança edital para fomentar a pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação nas escolas públicas

As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA