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Indústrias de Diamantino exportam mais de R$ 1 bilhão em produtos e China é principal destino

Beto Richa, Governador do Paraná – APPA – Corredor de exportação supera em 22% a movimentaçã de grãos.

Diamantino está em 9º no ranking estadual de volume de produtos vendidos para clientes de diversos países. Segundo o ministério da Economia, as indústrias do município exportaram 3,7% da produção estadual para clientes de diversos países.

Durante os 12 meses do ano, os negócios com as exportações foram de US$ 1 bilhão (R$ 5,43 bilhões) em negociações no exterior, principalmente com a China, Paquistão, Itália, Irlanda, Holanda, Vietnã, Indonésia, Alemanha, Turquia, Espanha, Irã, Egito, Índia, Hong Kong.

As exportações realizadas pelas multinacionais sediadas no município são 40,1% carnes de animais bovinas congeladas, 31,4% soja, mesmo triturada, algodão cardado nem penteado 13,1%, milho 9,7%. Em menor escala, carnes bovinas frescas e refrigeradas 4,1%, tripas, bexigas e estômagos de animais, gorduras de animais.

Conforme Só Notícias já informou, o líder de exportações Sorriso registrou que os negócios chegaram a US$ 2,7 bilhões (R$ 14,261 bilhões), já em Rondonópolis foram com US$ 2,4 bilhões (R$ 13,1 bilhões) de negociações com clientes de outros países. Em Lucas do Rio Verde, foram US$ 695,4 milhões (R$ 3,74 bilhões) de produtos exportados.

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Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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