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Agro Notícias

14 municípios produzem mais de 1 milhão de toneladas de soja; veja ranking

Atualmente, 44,3% dos municípios brasileiros cultivam soja. Ainda que o grão esteja presente em grande parte do território, alguns se sobressaem

A soja é a principal commodity agrícola do Brasil. O país é líder absoluto em produção, com 154,6 milhões de toneladas na safra 2022/23, de acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento

Atualmente, 2.468 municípios cultivam a oleaginosa, ou seja, 44,3% dos 5.568 existentes. Ainda que o grão esteja presente em grande parte do território brasileiro, 14 municípios se sobressaem.

Juntos, cultivaram 19.161.287 milhões de toneladas no último ciclo, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Veja o ranking da soja (em milhões de toneladas)

planta de soja brotando em meio a grãos

Foto: Envato

  • 1. Sorriso (MT) – 2,010
  • 2. Formosa do Rio Preto (BA) – 1,855
  • 3. São Desidério (BA) – 1,650
  • 4. Rio Verde (GO) – 1,476
  • 5. Nova Mutum (MT) – 1,337
  • 6. Sapezal (MT) – 1,319
  • 7. Diamantino (MT) – 1,315
  • 8. Campo Novo do Parecis (MT) – 1,304
  • 9. Nova Ubiratã (MT) – 1,301
  • 10. Querência (MT) – 1,298
  • 11. Maracaju (MS) – 1,115
  • 12. Jataí (GO) – 1,078
  • 13. Canarana (MT) – 1,053
  • 14. Ponta Porã (MS) – 1,045
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De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a área de soja na próxima safra deve crescer 2,5% na próxima temporada. Assim, tende a chegar a 45,6 milhões de hectares.

Considerando esse avanço, o número de municípios que podem romper a barreira de 1 milhão de toneladas de soja produzidas chega a 20. Veja:

  • 15. Cristalina (GO) – 993
  • 16. Primavera do Leste (MT) – 939
  • 17. Sidrolândia (MS) – 931
  • 18. Brasnorte (MT) – 851
  • 19. Campo Verde (MT) – 846
  • 20. Barreiras (BA) – 831
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Agro Notícias

Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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