Acidente
Novas imagens mostram colapso da ponte JK e momento em que veículos despencam no rio

Novas imagens divulgadas nas redes sociais revelam ângulos inéditos do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek (JK), que ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Os vídeos mostram o momento exato em que caminhões e uma motocicleta são arremessados ao rio após o colapso da estrutura.
As gravações indicam que o fluxo de veículos seguia normalmente até que o vão central começou a ceder. Em poucos segundos, parte da ponte desaba, arrastando veículos para o fundo do Rio Tocantins.
O acidente ocorreu na tarde de 22 de dezembro de 2024 e resultou em 14 mortes, além de três pessoas desaparecidas e um ferido. A estrutura, construída em 1960, já era alvo de críticas recorrentes por falta de manutenção.
Laudo da Polícia Federal apontou que o desabamento foi provocado pela deformação do vão central, agravada pelo excesso de peso dos veículos. No momento da queda, trafegavam pela ponte caminhões com cargas pesadas, incluindo produtos químicos, o que ampliou o impacto da tragédia.
Antes do colapso, moradores da região já alertavam autoridades sobre as condições da ponte. O desabamento, inclusive, ocorreu enquanto um vereador registrava imagens para denunciar os problemas estruturais.
A advogada Melissa Fachinello, que representa empresas e pescadores afetados, criticou a demora nas indenizações e classificou o caso como uma tragédia evitável. Segundo ela, faltaram medidas de manutenção, fiscalização e responsabilidade por parte do poder público.
Em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que as indenizações estão sendo tratadas na Justiça e que há discussões em andamento para acordos e mutirões que possam acelerar as compensações às vítimas.
Após o colapso, o que restou da ponte foi implodido em fevereiro de 2025. A nova estrutura foi construída no mesmo local e inaugurada exatamente um ano após a tragédia.
Acidente
Carro que caiu em represa e matou seis pessoas estava superlotado e em condições precárias, diz polícia

A Polícia Civil informou que o carro envolvido no acidente que deixou seis mortos em uma represa de Alexânia estava em condições precárias e trafegava superlotado. A tragédia ocorreu no domingo (10), Dia das Mães, no Condomínio Colorado Premium, no Entorno do Distrito Federal.
Segundo a delegada Silzane Bicalho, o veículo transportava sete pessoas, apesar de ter capacidade para apenas cinco ocupantes. Apenas a mãe das crianças, de 35 anos, sobreviveu ao acidente.
“O carro estava em situação precária, havia excesso de passageiros, sete passageiros em um carro para cinco, não tinha banco, o para-brisa estava quebrado. Sete pessoas, sem condições de rodar, ainda ingeriram bebida alcoólica, então foi uma soma de fatores que veio a acontecer essa tragédia”, afirmou a delegada.
De acordo com a investigação, a família seguia pelo condomínio quando o veículo passou direto por uma curva acentuada sem proteção lateral e caiu na represa. A sobrevivente contou à polícia que não se lembra de como o acidente aconteceu, apenas que percebeu muita água entrando no carro e conseguiu sair para pedir socorro. Segundo os investigadores, ela estava em estado de choque.

Leonardo Antunes Rosa, chefe da Polícia Científica de Águas Lindas, informou que não foram encontradas marcas de frenagem ou sinais de tentativa de desvio na estrada.
“Se não há marca de frenagem, a pessoa não teve aquela reação de frear para não cair no lago. Pode ter adormecido. Falha mecânica acho que está descartada também, pelo fato de não ter nenhum sinal de frenagem ou de desvio”, explicou.
As investigações continuam para esclarecer totalmente as circunstâncias do acidente.
Vítimas
Seis das sete pessoas que estavam no carro morreram. Entre as vítimas estão o pai de três crianças e uma adolescente, além de um amigo da família.

As vítimas foram identificadas como:
Wellinton Barcelar Santiago, de 35 anos;
Cleber Jhon, de 43 anos;
Dafne Nicole de Sousa Santiago, de 18 anos;
Jefferson Wallan de Sousa Santiago, de 14 anos;
Bryan Brenno de Sousa Santiago, de 9 anos;
Wellyson Devid de Sousa Santiago, de 6 anos.
Segundo relatos de amigos ao g1, Wellinton trabalhava como pedreiro e Cleber atuava como serralheiro. Os dois eram amigos próximos e estavam no condomínio com a família para passar o fim de semana.
Wellinton morava na região da Serra do Ouro, enquanto Cleber vivia no bairro Caxambu, em Alexânia. A família é natural do Piauí, onde os corpos devem ser sepultados.
Resgate
A Polícia Militar foi acionada após moradores ouvirem o barulho de uma forte acelerada seguido do acidente. Quando chegaram ao local, os policiais encontraram o veículo praticamente submerso, com apenas o porta-malas visível.
Os militares ainda tentaram reanimar algumas vítimas, mas sem sucesso. O Corpo de Bombeiros assumiu a ocorrência e realizou a retirada dos corpos de dentro da água.
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