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Acidente

Motorista bêbado atropela três motociclistas e mata entregador

Um motociclista identificado como Cleydson Valeriano de Brito, de 24 anos de idade, morreu após uma série de acidentes causados por um motorista de um VW Gol azul, em Tangará da Serra (255 km de Cuiabá). O caso foi registrado na noite desta sexta-feira (19). Cleydson trabalhava fazendo entregas quando foi atingido pelo carro em alta velocidade.

De acordo com informações da imprensa local, o primeiro acidente foi registrado no bairro Vila Alta. O motorista, que estaria embriagado, atingiu um primeiro motociclista num cruzamento.

Na sequência, outros motociclistas passaram a persegui-lo pelas ruas de Tangará. Em dado momento, o motorista prensou um dos motoqueiros, provocando o segundo acidente da noite.

Cleydson também passava por um cruzamento quando foi violentamente atingido pelo carro, que ignorou a sinalização de “pare”. Com o impacto, ele foi arremessado da moto e ainda bateu contra um poste na calçada. Ele morreu na hora.

Depois de atingir Cleydson em cheio, o motorista do VW Gol capotou o carro e fugiu a pé. Ele foi detido momentos depois, em ação da Polícia Militar. Ele chegou a receber primeiros socorros, mas só apresentava ferimentos leves. Também foi oferecido ao condutor a oportunidade de fazer o teste do bafômetro, mas ele se recusou. foi e

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O suspeito foi encaminhado ao CISC e ficou à disposição da Justiça. Do HNT

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Acidente

Novas imagens mostram colapso da ponte JK e momento em que veículos despencam no rio

Novas imagens divulgadas nas redes sociais revelam ângulos inéditos do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek (JK), que ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Os vídeos mostram o momento exato em que caminhões e uma motocicleta são arremessados ao rio após o colapso da estrutura.

As gravações indicam que o fluxo de veículos seguia normalmente até que o vão central começou a ceder. Em poucos segundos, parte da ponte desaba, arrastando veículos para o fundo do Rio Tocantins.

O acidente ocorreu na tarde de 22 de dezembro de 2024 e resultou em 14 mortes, além de três pessoas desaparecidas e um ferido. A estrutura, construída em 1960, já era alvo de críticas recorrentes por falta de manutenção.

Laudo da Polícia Federal apontou que o desabamento foi provocado pela deformação do vão central, agravada pelo excesso de peso dos veículos. No momento da queda, trafegavam pela ponte caminhões com cargas pesadas, incluindo produtos químicos, o que ampliou o impacto da tragédia.

Antes do colapso, moradores da região já alertavam autoridades sobre as condições da ponte. O desabamento, inclusive, ocorreu enquanto um vereador registrava imagens para denunciar os problemas estruturais.

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A advogada Melissa Fachinello, que representa empresas e pescadores afetados, criticou a demora nas indenizações e classificou o caso como uma tragédia evitável. Segundo ela, faltaram medidas de manutenção, fiscalização e responsabilidade por parte do poder público.

Em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que as indenizações estão sendo tratadas na Justiça e que há discussões em andamento para acordos e mutirões que possam acelerar as compensações às vítimas.

Após o colapso, o que restou da ponte foi implodido em fevereiro de 2025. A nova estrutura foi construída no mesmo local e inaugurada exatamente um ano após a tragédia.

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