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Deputado João Batista participa da entrega de equipamentos para segurança pública de MT

De acordo com João Batista, as ações visam garantir melhores condições de trabalho para as forças policiais, além de modernizar os serviços prestados pelos profissionais da segurança pública em todo o estado

Foto: LUCIENE LINS

O deputado estadual João Batista do Sindspen (PP) e outras autoridades, participou da solenidade de entrega oficial de equipamentos e veículos destinados às Forças Policias de Mato Grosso. O evento promovido pelo governo de estado aconteceu na manhã desta quinta-feira (2), na Praça das Bandeiras, em Cuiabá.

De acordo com João Batista, as ações visam garantir melhores condições de trabalho para as forças policiais, além de modernizar os serviços prestados pelos profissionais da segurança pública em todo o estado. Para a polícia penal, o parlamentar informou que foram destinados coletes balísticos e 181 pistolas da marca Imbel.

“Esses armamentos destinados ao sistema penitenciário, foram adquiridos através de emenda parlamentar de nossa autoria. Com o restante do nosso recurso empenhado, já está em processo de aquisição, a quantia de 724 pistolas Glock 9mm, para cautela permanente dos nossos policiais penais. Isso reforça a segurança do servidor e garante melhor atuação contra a criminalidade”, reforçou João Batista. 

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Sobre os equipamentos destinados ao sistema socioeducativo, Batista disse que foram adquiridos mobiliários, computadores entre outros equipamentos.

“Esses materiais também vieram por meio de emenda parlamentar de nossa autoria. Nosso objetivo é assegurar as melhorias que são necessárias na infraestrutura e no ambiente de trabalho desses profissionais, que também contribuem e muito, para a segurança da sociedade”, comentou.

Os investimentos do governo do estado incluem, 62 motocicletas BMW 850 cilindras para a Companhia Raio e o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, 110 viaturas (caminhonetes e outros modelos utilitários), 110 drones para as forças policiais, além de oito caminhonetes modelo S10 e radiocomunicadores para o Grupo Especial de Fronteira (Gefron). Somente em radiocomunicação para a segurança na fronteira foram investidos R$ 13 milhões. 

Também foram entregues 15 equipamentos infravermelhos para a polícia técnica (Politec). Esses são aparelhos de padrões internacionais utilizados na identificação forense de drogas e vão atender as gerências regionais da Politec no interior. Ao todo, na segurança pública foram investidos R$ 30 milhões.

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Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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