Polícia
Homem, que morreu após ser esfaqueado e pedir ajuda a moradores do São José, é velado na Capela mortuária

Erisvaldo Oliveira Rodrigues, de 38 anos, que morreu na noite desta sexta-feira (16/03) após ter sido esfaqueado no peito e mesmo ferido, foi pedir ajuda em casa da Rua São Marcos com Santa Rita, no bairro São José, em Sorriso, está sendo velado na Capela Mortuária, atrás do Hospital Regional e será sepultado às 16:30h desta segunda-feira no Cemitério Municipal.
Os trabalhos fúnebres estão sendo feitos pela Funerária São Jorge.

Assim que chegou a uma residência, Erisvaldo teria desmaiado e populares acionaram os bombeiros, que foram ao local e encaminharam Erisvaldo para o Hospital Regional de Sorriso, onde ele morreu após dar entrada.
Segundo as informações, Erisvaldo teve dois ferimentos por faca na região do pescoço, lado esquerdo e o outro na perna direita. Os policiais foram ao local onde ocorreram as agressões e não tinha mais ninguém. Mas, um primo da vítima ficou sabendo por terceiro que o suspeito seria um “vulgo mineiro”.
Os policiais então localizaram o endereço do suspeito e em conversa com parentes do suspeito os mesmos disseram não saber do acontecido.
Foi então que os policiais ficaram sabendo que o suspeito teria fugido em uma Strada, de cor prata, tomando rumo ignorado.
Diante dos fatos foi realizado rondas no intuito de localizar o suspeito, mas ele não foi localizado.

A facada foi dada próxima ao coração e pulmão.
A Polícia Judiciária Civil investiga o caso.
Polícia
Jovem chega morta à UPA com traumatismo craniano; marido relata queda da cama

Daniele dos Reis Silva chegou sem vida à UPA de Rondonópolis, e a Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte; casal tinha uma filha de seis meses
A morte de Daniele dos Reis Silva, de 22 anos, está sendo investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso após a jovem dar entrada sem vida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rondonópolis, na segunda-feira (29), com um grave traumatismo craniano. Segundo o marido, ela sofreu uma queda da cama dentro da residência onde morava, no Redisencial Altamirando 2.
Conforme o relato apresentado à polícia, Daniele foi socorrida pelo companheiro e por um vizinho. O marido afirmou que chegou a acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, diante da demora no atendimento, decidiu levá-la de carro até a UPA.
Ao chegar à unidade de saúde, a equipe médica constatou que a jovem já estava sem sinais vitais. A gravidade do traumatismo craniano e as dúvidas sobre a dinâmica do caso levaram ao acionamento da Polícia Militar.
A ocorrência passou a ser investigada pela Delegacia de Homicídios, com apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizou os primeiros levantamentos na residência onde a suposta queda aconteceu. O marido acompanhou os trabalhos periciais e apresentou sua versão dos fatos.
O Conselho Tutelar também foi acionado porque Daniele deixou uma filha de apenas seis meses. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou a causa da morte nem confirmou a dinâmica do ocorrido.
O caso segue sob investigação e aguarda os laudos periciais.





