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Trio arranca jabuticabeira em avenida e vídeo gera indignação nas redes sociais

A repercussão nas redes sociais marcou o caso em que um trio, formado por um homem e duas mulheres, arrancou uma jabuticabeira do canteiro central da Avenida José Afonso Portocarrero, conhecida como Avenida Dubai, em Cuiabá. A ação ocorreu no domingo (16) e foi registrada em vídeo que rapidamente viralizou.

Nas imagens, os jovens aparecem rindo, fazendo gestos de deboche e consumindo bebidas, possivelmente alcoólicas. Durante a gravação, alguém alerta: “Cara, isso é crime”. Em seguida, os próprios envolvidos ironizam a situação e dizem: “Momentos de cachaça, já devolvemos”.

O vídeo foi publicado no TikTok com uma legenda de tom sarcástico: “Amor, prove que me ame. Ela tirando o pé de jabuticaba para mim. Não julguem. Momentos de cachaça e já devolvemos”. A postagem ampliou a indignação de internautas e gerou centenas de comentários críticos à atitude do grupo.

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Ex-PM e advogado é acusado de aliciar e abusar de detentas

Uma série de denúncias chocantes coloca o advogado Cláudio Martins Lourenço no centro de uma investigação sobre abusos sexuais dentro da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a “Colmeia”. Ex-policial militar, Lourenço é acusado de utilizar as prerrogativas da profissão para coagir e explorar mulheres em situação de vulnerabilidade carcerária.

O “Modus Operandi”: gratuidade e ameaças

Segundo os relatos colhidos, o advogado selecionava detentas com condenações longas, oferecendo assistência jurídica gratuita ou doações financeiras para as famílias das internas. O objetivo seria criar uma relação de dependência e “dívida de gratidão”.

No entanto, o suporte jurídico rapidamente se transformava em abuso. Uma das vítimas relatou que, durante um atendimento no parlatório, o advogado exigiu que ela exibisse o corpo. Diante da negativa, ele teria se masturbado na frente da cliente, proferindo ameaças diretas: “Se você pilantrar comigo, você vai ver! Você me deve para o resto da vida!”.

Histórico de crimes sexuais e expulsão da PM

A ficha criminal de Cláudio Martins Lourenço revela um histórico extenso de violência. Expulso da Polícia Militar há 17 anos justamente por crimes sexuais, o agora advogado acumula:

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14 inquéritos policiais e nove Termos Circunstanciados;
Duas condenações judiciais, incluindo uma por estupro;
Denúncias de sadismo: Em um dos casos registrados, ele é acusado de amarrar e humilhar uma garota de programa.

Estratégia de defesa

Recentemente, o advogado ganhou holofotes ao denunciar ter sido agredido por agentes dentro de uma delegacia do Distrito Federal. A defesa de Lourenço alega que as novas acusações de abuso e a exposição de seu passado criminal são tentativas de “assassinato de reputação” e uma retaliação por ele ter denunciado a suposta violência policial.

O caso segue sob investigação, e as autoridades apuram se há outras vítimas dentro do sistema prisional que foram silenciadas pelo medo de retaliação contra seus familiares.

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