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Mulher é flagrada furtando residência em Nova Mutum/MT

Um morador do bairro Flor do Pequi 1, em Nova Mutum/MT, procurou a equipe de reportagem na noite desta terça-feira (18) para relatar um furto ocorrido em sua residência durante a madrugada. Segundo ele, o crime aconteceu por volta das 3h15, quando uma mulher entrou no quintal e levou alguns pertences.

Entre os itens furtados estão sabão em pó, amaciante, um par de botina masculina e algumas peças de roupa. O morador explica que, apesar de não se tratar de objetos de grande valor, decidiu divulgar o caso como alerta aos demais moradores da região, devido ao aumento recente de pequenos furtos no município.

Câmeras de segurança registraram uma mulher caminhando pela rua com um volume nos braços nas proximidades da Rua dos Louros, esquina com a Rua das Gravatas. Nas imagens, ela veste camiseta escura, short claro em tom verde/amarelo, utiliza um boné claro e carrega algo semelhante a roupas ou produtos domésticos.

As imagens e o relato foram encaminhados à equipe do PowerMix por volta das 18h40, quando o morador buscou orientação e decidiu tornar o caso público.

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Ele ainda avalia se registrará boletim de ocorrência.

Power Mix

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Usina Hidrelétrica de Colíder deixa estado de ‘alerta’ e entra em ‘atenção’ após ações para conter falhas

Essa medida faz parte de um conjunto de ações que a usina vem implementando desde que o MP-MT apontou inúmeras falhas estruturais no sistema de drenagem; entidades civis denunciaram o caso à ONU.

A situação da Usina Hidrelétrica de Colíder (MT), localizada no Rio Teles Pires, em Itaúba, a 599 km de Cuiabá, saiu do estado de “alerta” para o de “atenção” nesse sábado (21), de acordo com comunicado divulgado pela empresa proprietária Axia Energia, ex-Eletrobras. Com isso, a expectativa é que ocorra o reenchimento do reservatório a partir desta segunda-feira (23).

Essa medida faz parte de um conjunto de ações que a usina vem implementando desde que o Ministério Público do estado (MP-MT) apontou inúmeras falhas estruturais no sistema de drenagem. O MP chegou a recomendar a desativação da barragem, caso não tenha outra alternativa.

O reservatório deve ser reenchido com limite de 25 centímetros por dia, segundo a empresa, seguindo um fluxo gradual e controlado para priorizar a segurança dos moradores da região, do meio ambiente e do empreendimento.

“O processo inclui monitoramento permanente da qualidade da água e da fauna aquática e terrestre, além de comunicação com as comunidades locais”, disse a Axia, em nota.

A empresa orientou ainda que a população local acompanhe os comunicados oficiais para seguir os cuidados do período chuvoso, e alerta para que os barcos, flutuantes e materiais próximos ao rio sejam guardados ou amarrados de forma adequada.

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Em janeiro, duas sirenes foram acionadas de forma indevida na usina, o que assustou os moradores que saíram das casas. Após o acionamento, a companhia disse que abriu apuração para esclarecer o ocorrido e descartou qualquer situação de perigo.

Em fato relevante divulgado ao mercado financeiro, a Axia informou que de 70 drenos que integram o sistema da usina, quatro sofreram danos desde a compra do ativo. Os drenos são estruturas que permitem que a pressão da água sob a barragem seja escoada de maneira adequada.

Com isso, a usina reduziu o nível do reservatório para verificar as falhas nos drenos e aliviar a pressão sobre a estrutura. Contudo, essa medida gerou danos ambientais, como a morte de 1.500 peixes, alteração da qualidade da água, comprometimento da biodiversidade aquática e semiaquática, e prejuízos à fauna migratória.

O rebaixamento do reservatório comprometeu a atividade pesqueira, o turismo regional e o comércio local, segundo o MPMT, que citou um impacto no setor entre R$ 10 e R$ 12 milhões por ano. A medida também afetou eventos culturais tradicionais, como o “Fest Praia” e o “Viva Floresta”, além de dificultar o acesso das comunidades ribeirinhas ao rio, prejudicando seu modo de vida.

Relembre o caso
A usina entrou em estado de “alerta” em agosto do ano passado, de acordo com investigação do MP. Na ocasião, quatro entidades civis denunciaram à Organização das Nações Unidas (ONU) o risco de rompimento da barragem.

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Desde então, a empresa que administra a usina disse que segue um cronogroma com várias fases para reforçar a segurança do local. A denúncia foi protocolada no departamento de Direitos Humanos à Água Potável e Saneamento da ONU.

No documento, as entidades destacam que o Rio Teles Pires é um dos mais impactados por hidrelétricas na Amazônia.

A Usina
Localizada no Rio Teles Pires, a usina tem potência de 300 megawhatts e reservatório de 168,2 km² de área total e 94 km de comprimento.

Em operação desde 2019, ela abrange os municípios de Cláudia, Colíder, Itaúba e Nova Canaã do Norte. No estado, há 142 usinas hidrelétricas em operação, entre pequenas, médias e grandes; e suas barragens.

Responsável pela construção da Usina de Colíder entre 2011 e 2019, a Copel Geração e Transmissão transferiu a gestão para a Axia, ex-Eletrobras, em maio do ano passado.

Na ocasião, a Copel deu como contrapartida a usina e um pagamento de R$ 196,6 milhões após ajustes previstos no contrato, como o recebimento de dividendos de Mata de Santa Genebra Transmissão (MSG).

Já a Axia, na troca de ativos, cedeu a MSG e a Usina de Mauá. Conforme mostra a imagem abaixo. Contudo, a Usina de Colíder representa 0,5% do ativo total da Axia, segundo comunicado ao mercado financeiro.

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