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Preços dos suínos ficam estáveis nesta quinta-feira (15)

Nesta quinta-feira (15), as cotações para o mercado de suínos permaneceram estáveis ou em queda. Conforme análises, agentes do setor têm apresentado maior cautela em elevar as cotações dos produtos, devido ao baixo poder aquisitivo do consumidor final. 

Em São Paulo, a arroba do suíno vivo CIF, segundo a Scot Consultoria, se manteve em R$ 127,00/R$ 133,00, enquanto a carcaça especial cedeu 1,05%/2,00%, valendo R$ 9,40/R$ 9,80 o quilo. Já para o animal vivo, com dados referentes à quarta-feira (14), as principais praças não registram alterações nos preços. Dessa forma, em Minas Gerais as cotações ficaram estáveis em R$ 6,96/kg,  R$ 6,36/kg no Paraná, R$ 6,37/kg no Rio Grande do Sul, R$ 6,31/kg em Santa Catarina e R$ 6,94/kg em São Paulo.

Semelhantemente, nesta quinta-feira (15), a maioria das praças que comercializam os suínos na modalidade independente também ficaram com preços estáveis, com exceção do Paraná, que registrou alta no preço médio. 

Fonte: AgroPlus

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Milho dispara 12% em Sorriso e saca chega a R$ 47 com oferta limitada

 

O preço do milho registrou forte valorização em Sorriso, um dos maiores polos agrícolas de Mato Grosso. Em agosto, a saca do cereal alcançou média de R$ 47 no município, representando alta de aproximadamente 12% no período.

Os números constam no Agro Mensal, levantamento que acompanha o comportamento das principais commodities agrícolas. A valorização ocorre em meio à redução da disponibilidade do produto no mercado interno e às incertezas no cenário internacional.

Mesmo após a colheita da segunda safra, produtores seguem cautelosos nas negociações. Parte dos agricultores prefere manter o cereal armazenado, aguardando preços melhores, enquanto compradores encontram dificuldade para adquirir grandes volumes.

A menor presença de vendedores no mercado contribuiu para sustentar as cotações e ampliar a disputa pelo milho disponível. O movimento ganha importância em Sorriso, município que ocupa posição estratégica na produção nacional de grãos.

Mercado externo preocupa

Além da oferta limitada dentro do país, o mercado acompanha as oscilações internacionais, o comportamento do dólar e as condições das lavouras nos Estados Unidos. Esses fatores podem influenciar diretamente os preços praticados no Brasil.

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As exportações brasileiras também permanecem no radar. Quando os embarques avançam, o volume disponível no mercado interno diminui, aumentando a pressão sobre compradores, especialmente indústrias de ração, frigoríficos e produtores de proteína animal.

Apesar da alta registrada em agosto, especialistas avaliam que o mercado ainda pode apresentar forte volatilidade. O comportamento dos preços dependerá do ritmo das vendas dos produtores, da demanda interna e externa, do câmbio e das perspectivas para a próxima safra.

Em Sorriso, a valorização para R$ 47 por saca representa uma recuperação importante para os produtores, mas também pode elevar os custos de setores que utilizam o milho como matéria-prima.

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