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Brasil

Governo Federal propõe ajudar MT a sair de 58% e alcançar 100% de cobertura do Samu

Relatórios apresentados pelo Ministério da Saúde apontaram falhas no funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Mato Grosso. Segundo informações do site Olhar Direto, as conclusões foram detalhadas nesta terça-feira (28) durante reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa.

O representante do ministério, Fernando Figueira, afirmou que o serviço descumpre normas do Sistema Único de Saúde (SUS) e recomendou ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos) a adoção de medidas para corrigir os problemas. Ele também anunciou a entrega de 52 novas ambulâncias ao Estado até junho.

“O Samu é parte integrante e viva do atendimento de urgência. Nós estamos aqui para ajudar o Estado de Mato Grosso. Nosso papel é de ajudar o Estado a ampliar a cobertura do Samu, nos colocar à disposição do povo de Mato Grosso, que faz parte do povo brasileiro, e levar as políticas públicas a todos. Vou levar encaminhamentos de melhorias ao Ministério da Saúde e vamos voltar quantas vezes for necessário. Quando há estados que estão com baixa cobertura, o governo federal ajuda a aumentar essa cobertura para atender à população”, disse Figueira.

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) defendeu a recontratação de profissionais demitidos e a convocação de aprovados em concurso público para recompor as equipes.

“O Samu é parte integrante e essencial da rede de saúde e faz atendimento móvel de urgência nos momentos de maior gravidade, que é quando as pessoas estão em risco de morte. É necessário que o governo estadual contrate novamente os 56 profissionais demitidos para que voltem a trabalhar no Samu, renove os mais de 50 contratos que vão vencer nos próximos meses e convoque os aprovados do concurso público, para as equipes não ficarem desfalcadas”, afirmou.

Ele também sugeriu a criação de uma força-tarefa para ampliar a cobertura do serviço no Estado.

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Brasil

Flávio Bolsonaro usa pronome neutro ao pedir apoio e provoca reação entre aliados

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, gerou repercussão nas redes sociais ao utilizar linguagem neutra em uma publicação pedindo união para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro.

No X (antigo Twitter), Flávio escreveu: “Tá todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é ganhar a eleição! Gostaria de contar com todas, todos, todes, todys e todxs!”.

A manifestação ocorreu em meio a debates públicos dentro do próprio campo conservador.

Racha no entorno da pré-campanha
Nos últimos dias, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carlos Bolsonaro (PL) fizeram cobranças públicas a aliados por maior ênfase no apoio à pré-candidatura de Flávio. Eduardo chegou a criticar o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), cobrando mais comprometimento.

A publicação do senador foi interpretada nos bastidores como um apelo por menos disputas internas e mais foco na eleição.

Reações da base conservadora
Parte dos apoiadores reagiu de forma crítica ao uso de termos associados à linguagem neutra, pauta historicamente rejeitada por setores conservadores. Alguns usuários afirmaram que deixariam de apoiá-lo; outros ironizaram a situação ou questionaram o posicionamento ideológico do senador.

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Também circularam memes e montagens em resposta à postagem.

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