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Investigação

Anvisa suspende venda de balas da marca Dori por suspeita de Salmonella

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização de determinados lotes de sete produtos da marca Dori devido a suspeitas de contaminação com a bactéria Salmonella. A medida foi divulgada no Diário Oficial da União na última terça-feira (20/8).

Os produtos afetados incluem lotes das balas de hortelã recheada, bala bolete tutti frutti, bala de hortelã mint, bala de morango recheada, dori regaliz tijolo, bala Lua Cheia Chantilly e bala Yogurte 100 Morango.

A Dori anunciou que realizará o recolhimento dos itens afetados. Em um comunicado, a empresa informou que iniciará a retirada voluntária desses produtos, que foram fabricados em sua unidade de Rolândia/PR entre 21/6/24 e 10/7/24.

A empresa também orientou que os pontos de venda e estabelecimentos varejistas cessem imediatamente a comercialização desses produtos. O processo de descontaminação e limpeza da planta fabril já foi finalizado, conforme declarado.

A Dori assegurou que todos os demais produtos da marca, incluindo aqueles de diferentes lotes e datas de validade, estão seguros para consumo.

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Investigação

Gaeco deflagra operação contra suspeito de vazar dados para facção em Mato Grosso

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop (a 451 km de Cuiabá) deflagrou, nesta quarta-feira (20), a operação “Inimigo Íntimo” para investigar o vazamento de informações sigilosas e o possível favorecimento a facção criminosa.

As investigações indicam que um servidor público teria utilizado o cargo para acessar dados restritos e repassá-los indevidamente a integrantes de facção criminosa. Ele é suspeito de divulgar informações sobre operações policiais voltadas ao combate ao Comando Vermelho.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Durante a ação, equipes apreenderam três celulares, um notebook e outros dispositivos eletrônicos na residência do suspeito.

O material será analisado pela perícia técnica para subsidiar as investigações, que seguem em andamento com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa.

A ação contou com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 3º Comando Regional, além de duas equipes da Força Tática de Sinop, que deram suporte ao cumprimento das ordens judiciais e à segurança da operação.

O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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