Investigação
Templo de Quimbanda é incendiado durante ataque em Cuiabá
Um templo de quimbanda foi alvo de intolerância religiosa na noite de domingo, 16 de novembro, em Cuiabá. O local, atacado por um homem identificado como A.M., foi incendiado e completamente destruído. O ataque aconteceu por volta das 19h20, no Templo Exu Marabô localizado na Avenida Dante Martins de Oliveira.
De acordo com o boletim de ocorrência, a responsável pelo terreiro, conhecida como Mãe Karine, contou que estava em negociação com o suspeito para uma possível compra do local. No entanto, teria surgido um problema na documentação dela, o que resultou no atraso do pagamento.
Com isso, A.M., foi até o barracão, visivelmente alterado, e passou a ameaçar a mãe de santo afirmando que arrancaria a cabeça dela caso ela não fizesse o pagamento.
Em seguida, ele invadiu o local, jogou gasolina e ateou fogo. Lá, ele quebrou diversos utensílios e ainda ameaçou outras pessoas.
Após o crime, ele fugiu. O fogo foi debelado com ajuda de moradores da região. Pouco tempo após o ataque, o homem começou a rondas o local e tirar fotos.
O caso deverá ser apurado.
Investigação
Gaeco deflagra operação contra suspeito de vazar dados para facção em Mato Grosso

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop (a 451 km de Cuiabá) deflagrou, nesta quarta-feira (20), a operação “Inimigo Íntimo” para investigar o vazamento de informações sigilosas e o possível favorecimento a facção criminosa.
As investigações indicam que um servidor público teria utilizado o cargo para acessar dados restritos e repassá-los indevidamente a integrantes de facção criminosa. Ele é suspeito de divulgar informações sobre operações policiais voltadas ao combate ao Comando Vermelho.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Durante a ação, equipes apreenderam três celulares, um notebook e outros dispositivos eletrônicos na residência do suspeito.
O material será analisado pela perícia técnica para subsidiar as investigações, que seguem em andamento com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa.
A ação contou com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 3º Comando Regional, além de duas equipes da Força Tática de Sinop, que deram suporte ao cumprimento das ordens judiciais e à segurança da operação.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
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