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WhatsApp enfim prepara função para impedir que conta seja roubada

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WhatsApp cria nova ferramenta de segurança
Unsplash/Mourizal Zativa

WhatsApp cria nova ferramenta de segurança

Os golpes para roubar contas do WhatsApp podem estar com os dias contados. A equipe do mensageiro está preparando uma opção para impedir que a linha seja tomada depois que o usuário oferece o código de seis dígitos enviado via SMS a criminosos depois de receber uma oferta falsa. É o que conta o WABetaInfo.

O recurso deu as caras na versão 2.22.17.22 do WhatsApp Beta para Android. Trata-se de uma notificação para aprovar a transferência da conta para um smartphone diferente, caso alguém solicite a migração em outro aparelho. Assim, será possível impedir que o número seja roubado por golpistas.

O alerta vai aparecer no celular conectado à conta logo após a solicitação da troca. Quando alguém digitar o código de seis dígitos para comprovar a autenticação, o app irá emitir a notificação “Permitir mover sua conta do WhatsApp para outro telefone?”. Em seguida, haverá opções para confirmar ou recusar a transferência.

O aviso ainda dá detalhes extras sobre o processo. Além da hora do pedido, será possível saber o modelo do aparelho usado para receber a conta. Assim, caso a mudança seja legítima e não fruto de um golpe, o usuário também consegue saber se a transferência está sendo realizada de fato para o seu novo smartphone.

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WhatsApp: função pode impedir roubo de contas

O recurso é bem simples, mas tende a dar muitos frutos. Afinal, golpistas se aproveitam de contas que não usam a autenticação em duas etapas para tomá-las à força. E boa parte desses golpes estão relacionados a “ofertas” vantajosas às vítimas, como promoções, sorteios, entre outros.

Um exemplo foi quando golpistas usaram contas falsas do Instagram para oferecer alguma vantagem. Mas, após a solicitação de alguns dados pessoais, como o nome completo e número do celular, os criminosos pediam o código de seis dígitos do WhatsApp enviado por SMS.

E aí não tinha mais jeito: ao oferecer o código, a conta é invadida e os criminosos usam a linha para dar golpes em conhecidos da vítima.

Com a nova função, o mensageiro terá uma camada extra de proteção. Afinal, caso o código seja oferecido aos golpistas, a autenticação só terá sucesso se a vítima aprovar a migração no seu celular. E, caso o usuário toque em “Recusar”, os criminosos não terão acesso à conta, pois o processo será interrompido.

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A má notícia é que a função ainda não está disponível aos usuários. Todavia, você já pode garantir uma proteção extra à sua conta ao ativar a autenticação em duas etapas do WhatsApp. Neste caso, mesmo com o código em mãos, os golpistas vão precisar de uma senha para confirmar a autenticação durante a migração.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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