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The Witcher e mais: os melhores jogos por até R$ 50 desta semana

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Confira os “achados” no mundo dos games desta semana

The Witcher 3: Wild Hunt, Streets Of Rage 4, Dungeons of Dreadrock e Borderlands 3 estão entre os melhores jogos que você pode comprar nesta semana por até R$ 50 — ou até de graça! Quer conhecer mais sobre eles? Nas linhas a seguir, apresentamos cada um desses sucessos que se destacam nas promoções do PlayStation, Xbox, Switch e PC.

The Witcher 3: Wild Hunt (2015) – R$ 41,58

Para começar, a edição completa do RPG The Witcher 3: Wild Hunt está custando R$ 41,58 na PlayStation Store. Comprando esse pacote, você leva a aventura completa do bruxo Geralt de Rivia, além de todos as expansões com conteúdos adicionais já lançados para o jogo até hoje.

Vencedor do título de Jogo do Ano em 2015, esse game é bastante aclamado não só pelos fãs da franquia, como também por jogadores apaixonados pelo gênero de RPG. Seus destaques são os personagens bem construídos, as missões intrigantes e o mundo aberto vasto repleto de desafios.

Para quem curte jogos de longa duração, The Witcher 3: Wild Hunt é um prato cheio. Além das centenas de horas que você pode passar na campanha principal, as expansões Hearts of Stone e Blood and Wine liberam ainda mais histórias e atividades para realizar no game.

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Streets Of Rage 4 (2020) – R$ 46,22

Na Xbox Store, Streets Of Rage 4 está saindo por R$ 46,22. Esse jogo é muito recomendado para quem curte o gênero beat’em up. Basicamente, você só precisa andar para frente enquanto soca e chuta qualquer inimigo que aparece pelo caminho.

Inspirado nos clássicos de fliperama, o jogo dá continuidade à trilogia iniciada em 1990. Na história, Axel, Blaze, Adam e outros personagens icônicos da franquia se unem para limpar o crime das ruas de uma cidade dominada por facções criminosas.

Com progressão lateral, o objetivo é quebrar tudo usando apenas socos, chutes e as habilidades especiais de cada personagem. Além de jogar sozinho, é possível se unir a até três amigos para cooperar nos modos offline.

Dungeons of Dreadrock (2022) – R$ 25

Na eShop do Nintendo Switch, Dungeons of Dreadrock tá saindo por R$ 25. Desenvolvido pelo doutor e professor Christoph Minnameier, o game jogo é inspirado nos clássicos de quebra-cabeça dos anos 80. Ao todo, há mais de 100 fases com enigmas desafiadores para desvendar.

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Além dos quebra-cabeças, você deve enfrentar inimigos em combates com bastante ação e estratégia para escapar das salas. Seu objetivo é escalar todos os andares para, no final, lutar contra o Rei da Montanha e salvar seu irmão de ser sacrificado.

Borderlands 3 (2019) – Grátis!

No PC, Borderlands 3 pode ser resgatado de graça na Epic Games Store. O jogo de tiro da Gearbox mistura mecânicas de RPG e ainda traz milhões de armas para você usar a vontade durante a campanha. A melhor parte do game é o humor cheio de galhofas e loucuras, bastante característico da série.

Para se aventurar na campanha, você deve escolher um Caça-Arcas. Cada personagem tem jogabilidade diferente, assim como pontos fortes e fracos, além de habilidades únicas. Amara, por exemplo, consegue invocar braços musculosos de energia capazes de prender e esmagar inimigos.

Borderlands 3 ainda tem dois passes de temporada completos cheios de DLCs para expandir os conteúdos com mais armas e aventuras. Para resgatar o jogo, basta ter uma conta na Epic Games Store.

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Futuros + Híbridos: Tudo junto e misturado

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POR RAFA VAISMAN

Humanos Digitais
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Humanos Digitais

O conceito Híbrido vem do latim híbrida, que significa mestiço, de raças misturadas. O mais comum quando alguém joga no Google essa palavra é achar algo relacionado a genética e biologia. Quando ingressei na faculdade, no curso de Ciências Biológicas em 2001, a palavra híbrido estava sempre relacionada com esse conceito, de cruzamento de espécies diferentes. Mas tudo isso mudou, e senti essa transformação quando comecei a lecionar em 2008 na mesma escola que fiz meu preparatório para o vestibular. Fui responsável por coordenar um projeto de inclusão de tecnologias digitais na sala de aula através de notebooks (hardwares) e softwares para ensino. Mudamos o foco para o relacionamento cada vez mais íntimo e entrelaçado que desenvolvemos com plataformas e com outras tecnologias digitais; e com isso estamos mudando as organizações, os novos empreendimentos, nosso trabalho, nossas vida, nossa cultura. Em vez de mudar do “velho” para o “novo”, de um mundo analógico conhecido para um digital desconhecido, cada vez mais nos misturamos a uma vida híbrida, estando online & “IRL” (In real time) ao mesmo tempo. Essa vida híbrida, dualística, ainda vem sofrendo uma grande aceleração nos últimos dois anos. Devido a transformações cada vez mais velozes, nossa relação com o tempo se modificou extremamente. O futuro não é tão previsível para além de um curtíssimo prazo. Além dessa vida híbrida, estamos sempre pensando no TEMPO, NOVIDADES, e futuros possíveis (possibilidades). O pensar em tempo, novidades e futuros possíveis não é de agora, vem desde que nos tornamos Homo Sapiens, ganhamos um cérebro maior, com um neocórtex infinitamente mais desenvolvido. Estamos sempre experimentando coisas que são fisicamente e virtualmente imersivas, que estão enraizadas na tradição e radicalmente novas. Hoje eu gostaria de chamar atenção para esse fenômeno contemporâneo, essa mudança de comportamento, que venho estudando e buscando explorá-la, através do conceito: Futuros+ Híbridos.

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O QUE É HIBRIDISMO

O hibridismo envolve uma fusão de entidades. Como uma ideia, pode nos ajudar a ver o mundo de forma mais holística, como uma mistura de experiências, materiais, culturas, ou soluções, tensões no tempo e no espaço, que por sua vez criam algo enriquecido, algo novo. Já a palavra Futuro é um tempo considerado como ainda por vir. Então, Futuros + Híbridos seria qualquer coisa que é junta e misturada, gerando algo novo no Futuro. O que busco aqui nesse texto é alavancar a ideia de futuros + híbridos, não só para explorar a tecnologia, a humanidade e a complexa teia de questões que moldam nosso mundo em rápida digitalização, mas que consigamos explorar tensões e contradições.

Que o conceito futuros + híbridos traga essa fusão de sermos TEORIA e PRÁTICA, de familiar e estranho, do qualitativo e quantitativo, do objetivo e subjetivo, do simples e complexo, a até de sabermos conviver + no Físico e no Digital, como indivíduos e coletivo, principalmente para praticarmos a arte de SER + HUMANO em um mundo cada vez + DIGITAL. O Conceito que proponho para elencar reflexões sobre FUTUROS + HIBRIDOS é cada vez mais sobre como equilibrar o antigo e o novo, o capital e o socio- ambiental, o real e virtual. É atualizar a experiência existente e construir novas habilidades, protegendo os fluxos de receita existentes e se engajando em novos ecossistemas, sendo compassivo e analítico ao mesmo tempo. O maior desafio da humanidade nessa cultura global-digital é exatamente balancear as combinações de coisas diferentes, como diz o yourdictionary: Híbrido é definido como algo que é uma combinação de coisas diferentes. Quando eu destaco acima o conceito futuros + híbridos, e cito exemplos de caráter antagônicos (que parecem ter força contrária, opostas ) estou exatamente chamando atenção para a construção de possibilidades divergentes que convergem em um único FUTURO. Edgar Morin propõe três princípios para se pensar a complexidade: o primeiro é chamado de dialógico e nos permite manter a dualidade no seio da unidade. Ele associa termos ao mesmo tempo complementares e antagonistas, tais como ordem e desordem. Se por um lado um suprime o outro, por outro, colaboram para produzir a organização e complexidade. O segundo é o da recursão organizacional. A ideia recursiva é uma ideia em ruptura com a ideia linear de causa; efeito, produto; produtor, estrutura; superestrutura. Tudo o que é produzido acaba recaindo sobre o que se produz em um ciclo autoconstitutivo, auto-organizador e autoprodutor. O terceiro rincípio é o hologramático, que afirma que não apenas a parte está contida no todo, mas que o todo está na parte. No mundo biológico, por exemplo, cada célula de nosso organismo contém a totalidade da informação genética desde o organismo. A humanidade precisa compreender que ela só será bem sucedida se buscar o caminho do meio. Não estou falando de política (Centrão) não, tá! Estou falando de consumo, comportamento, compreensão… Existe um termo sueco que eu aprendi quando morei na Suécia que resume tudo que estou buscando expressar nesse texto: LAGOM LAGOM é uma expressão sueca, é a maneira como os suecos encaram a vida e todas as atividades do cotidiano. O termo, pronunciado como “lagum”, não tem tradução exata para o português. A explicação mais adequada seria algo como “nem muito, nem pouco”. Em outras palavras, significa um modo de viver que valoriza o essencial, sem faltas ou excessos. Não é à toa que essa filosofia de vida se aproxima bastante do minimalismo, propondo que as pessoas aproveitem as coisas na medida certa.

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Fonte: IG TECNOLOGIA

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