Saúde

Governo de SC flexibiliza uso de máscara em ambientes abertos

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O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, editou um decreto ontem (24) para flexibilizar o uso de máscaras em locais abertos. A medida está em vigor. O uso de máscaras cobrindo boca e nariz segue sendo obrigatório no transporte público, em ambientes fechados ou naqueles em que não é possível manter distanciamento, segundo o governo local. A decisão ocorre em um momento de redução do contágio da covid-19 no estado, onde cerca de 80% da população de 12 anos ou mais foi completamente imunizada. 

O decreto também autoriza o funcionamento integral dos estabelecimentos que promovam eventos corporativos, feiras de negócios, eventos sociais, shows e entretenimento, inclusive esportivos. No caso das competições de futebol, caiu o limite de ocupação de 50% nos estádios e, agora, os jogos poderão ter capacidade máxima. A norma ainda estende a situação de calamidade pública até 31 de março de 2022.

Nos casos em que a presença de público supera o número de 500 pessoas, o protocolo definido pelo governo catarinense prevê comprovante de vacinação completa (duas doses ou dose única) da vacina contra a covid-19 (em pessoas com 18 anos ou mais) ou vacinação parcial (para quem tem de 12 a 17 anos). Como alternativa, podem ser apresentados laudos de exame RT-PCR ou teste de antígeno com resultado negativo. O uso de máscaras nesses eventos, incluindo estádios de futebol, permanece obrigatório. 

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“Vamos desobrigar o uso de máscaras em ambientes abertos sem aglomeração e autorizar o funcionamento dos estádios de futebol sem restrições de público. Eventos com mais de 500 pessoas permanecem com a obrigatoriedade da vacina e teste negativo para a covid-19. Esses avanços são mérito de todos que se vacinaram e ajudaram a diminuir significativamente o contágio. A vacina é o caminho da volta à normalidade”, escreveu o governador em suas redes sociais.  

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa: dois casos da variante Ômicron são identificados no Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou na tarde desta terça-feira (30) que serão enviadas para análise laboratorial as amostras de dois brasileiros que, em análise preliminar, apresentaram resultado positivo para a variante Ômicron do novo coronavírus. A testagem foi realizada pelo laboratório Albert Einstein.

O caso positivo investigado é de um passageiro vindo da África do Sul e que desembarcou no aeroporto internacional em Guarulhos, São Paulo, no dia 23. O passageiro portava  resultado de RT-PCR negativo e ia voltar para o país africano no dia 25 e ia fazer novo teste, acompanhado de sua mulher, para poder embarcar. Nesse novo teste os dois testaram positivo para a covid-19 e foi feita a comunicação ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) de São Paulo.

O laboratório Albert Einstein fez o sequenciamento genético das amostras e notificou a Anvisa sobre os resultados positivos e informou hoje que tratava-se da nova variante. 

“Diante da identificação e testagem com resultado positivo para Covid-19, a Rede CIEVS, ligada ao Ministério da Saúde, deve monitorar casos de acordo com o sistema de vigilância vigente no Brasil, para avaliação das condições de saúde e direcionamento dos indivíduos aos serviços de atenção à saúde, bem como para adoção das medidas de prevenção e controle da covid-19”, destacou a Anvisa em nota. 

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A entrada do passageiro no país foi anterior à edição da portaria Interministerial que proibiu, em caráter temporário, voos com destino ao Brasil que tenham origem ou passagem pela África do Sul.

Vacinação

Ontem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a principal resposta contra a variante Ômicron é a vacinação. “Esse contrato assinado com a farmacêutica Pfizer é a prova cabal da programação do Ministério da Saúde para enfrentar não só essa variante Ômicron como as outras que já criaram tanto problema para nós”, completou.

Ele afirmou que o cuidado da vigilância em saúde no país permanece o mesmo adotado desde o começo da pandemia. “É uma variante de preocupação, mas não é uma variante de desespero porque temos um sistema de saúde capaz de nos dar as respostas no caso de uma variante dessa ter uma letalidade um pouco maior. Ninguém sabe ainda”.

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde

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