Política

Ulysses Moraes solicita esclarecimentos sobre obra parada em escola de Alta Floresta

Publicados

em


Foto: Marcos Lopes

O deputado Ulysses Moraes enviou um requerimento nº 475/2021 pedindo informações à Prefeitura de Alta Floresta sobre a paralisação nas obras da Escola Educação Infantil, a Creche Jardim Imperial. O parlamentar quer saber os motivos dessa paralisação e se já tem uma nova previsão de entrega. 

“A finalização dessa obra é essencial para melhorar a qualidade da educação infantil no município de Alta Floresta. Mais uma obra parada no nosso estado, não podemos admitir. Estamos cobrando por detalhes dessa obra, temos que saber quais os valores que já foram gastos até o momento e qual ainda é o valor necessário para terminar a construção dessa escola”, disse Moraes. 

De acordo com o Geo Obras, houve uma licitação para a construção da unidade escolar com o número de contrato 002/2019. O início das obras ocorreu em fevereiro de 2019, prevendo um prazo de 300 dias, devendo sua entrega ter sido efetivada no mesmo ano, com orçamento no valor de R$ 2.007.954,02. Porém, atualmente a obra se encontra com atraso superior a 300 dias, sem ao menos o poder público transparecer à população as reais causas da paralisação dessa construção. 

Leia Também:  Governo planeja utilizar PMs de folga para fiscalizar unidades federais de proteção ambiental

“A população precisa de uma resposta e de uma solução. Obra atrasada não dá para aceitar. Por isso, estamos solicitando esclarecimentos da prefeitura de Alta Floresta e vamos cobrar pela conclusão dessa escola”, finalizou o deputado.

O requerimento de informações nº 475/2021 foi apresentado na sessão ordinária do último dia 9 de setembro de 2021. 

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Botelho destaca força-tarefa da AL e governo que resultou na redução de impostos

Publicados

em


Foto: Marcos Lopes

Primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, o deputado Eduardo Botelho (DEM) destacou a importância do trabalho conjunto da ALMT e governo do estado, que promoveu o equilíbrio fiscal e a retomada do crescimento de Mato Grosso, durante a sua gestão na presidência da Casa de Leis. E que, agora, possibilita o governo de reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da energia elétrica, gasolina, diesel, gás industrial e comunicação, conforme anunciou o governador Mauro Mendes (DEM), nesta terça-feira (28), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.
Para entrar em vigor, a partir de janeiro de 2022, a decisão será encaminhada à Assembleia Legislativa para aprovação. Mendes considera essa redução como uma forma de compartilhar os resultados alcançados pelo Governo.
“Esse projeto vem sendo construído há muito tempo. Será uma redução de imposto muito significativa para todos, especialmente, sobre a energia elétrica, item que temos falado muito sobre o consumo nessa época do ano. Nessa reunião ficou fechado um desconto de 10 pontos percentuais no ICMS cobrado que era de 27% e agora será de 17%. Isso vai diminuir e, muito, o custo da energia para todos, para os empresários, para os pequenos empreendedores. Todos irão sentir essa redução, especialmente, o comércio que tem consumo muito alto. Com certeza, vai ser muito significativo para os mato-grossenses”, explicou Botelho.
Botelho também destacou o anúncio da redução de 1 ponto percentual no custo do diesel, ressaltando que isso significa 200 milhões anuais de perda na receita estadual. “Então, essa redução vem sendo construída junto com a Assembleia Legislativa. É isso que temos trabalhado para equalizar e fazer um estado com custo de vida mais barato e que ofereça saúde, escolas melhores, segurança, estradas e estamos conseguindo. O resultado está aí, está aparecendo e agora, com essa redução de impostos”, concluiu.
PROJETO – Conforme o governo, com o pacote de redução de ICMS, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, valor que permanecerá no bolso dos contribuintes.
Será reduzido o ICMS da energia elétrica (de 25% e 27% para 17% a todos os setores), dos serviços de comunicação, como internet e telefonia (de 25% e 30% para 17%), da gasolina (de 25% para 23%), do diesel (de 17% para 16%), do gás industrial (de 17% para 12%) e do uso do sistema de distribuição da energia solar (de 25% para 17%). Com SecomMT

Leia Também:  Paulo Araújo apresenta indicações para Poconé
Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA