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Deputado Claudinei contempla Alta Floresta com veículo para atender pacientes do AAER

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

 A Prefeitura de Alta Floresta recebeu o valor de R$ 70 mil reais para a aquisição de veículo a ser utilizado pelo Ambulatório de Atenção Especializada Regionalizada em Hanseníase (AAER) do município. O benefício servirá para transportar pacientes acometidos pela hanseníase, em que realizam tratamento fisioterapêutico. O recurso foi destinado pelo deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) por meio de emenda parlamentar e indicação feita pelo vereador Luciano Silva (Pode). 

“Fico satisfeito em contribuir com a saúde deste importante município da região norte de Mato Grosso. Ainda mais que o nosso Estado é um dos que apresentam o maior índice da hanseníase no centro-oeste do país. Com esse veículo, vai contribuir para que o tratamento dos pacientes seja pontual e seguro, sem nenhuma interferência por causa da falta de condução”, comentou Claudinei. 

Segundo Luciano, o veículo será utilizado especificamente para os pacientes em tratamento no AAER. “Na verdade, esse setor de hanseníase, ele faz o transporte de pacientes para poderem fazer a fisioterapia e eles não tem um veículo próprio. Muitas vezes, acaba atrasando e até prejudica o atendimento do setor de fisioterapia e do usuário. Com esse veículo vai resolver essa situação e tudo será mais fácil”, explica o vereador. 

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Ele agradeceu o deputado Claudinei por ter atendido o anseio da população de Alta Floresta. “Não é um pedido do vereador, especificamente da política, e, sim, um pedido do povo. A população e o pessoal da fisioterapia estão precisando. A gente vem sendo agraciado pelo deputado Claudinei e temos muito a agradecer, por estar disposto a colaborar e tem sido parceiro de Alta Floresta e tem cumprido o que tem se comprometido. Realmente, é um sentimento de felicidade e saber que realmente temos políticos comprometidos com a nossa cidade”, declarou Silva.

Fonte: ALMT

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Assembleia vai discutir teletrabalho em audiência pública proposta por Barranco

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Foto: JLSiqueira e Ronaldo Mazza

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realiza nesta quinta-feira (2) uma audiência pública, na sede do Legislativo estadual, em Cuiabá, para discutir a modalidade de teletrabalho como uma das formas de cumprimento da jornada de trabalho com relação ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 47/2021.

De autoria do deputado estadual Valdir Barranco (PT), o requerimento para a realização da audiência foi motivado após a Mensagem nº 159/2021 do governo estadual, não definir quem custeará os gastos dos servidores, a carga horária a ser cumprida e o direito de uso de imagem, por exemplo. Com vistas a sanar essas lacunas, os deputados desenvolveram o PLC 47/2021, que traz diretrizes e regras mais explícitas a serem seguidas, tanto pelos contratados quanto pelos contratantes. O PLC foi aprovado em primeira votação e segue tramitando na Casa de Leis.

“Um assunto tão importante e necessário como esse não pode ser decidido por um “grupinho” de pessoas em uma sala, e sim discutido com toda a população impactada diretamente com tamanha decisão, além de especialistas no assunto e autoridades competentes. Precisamos de uma debate límpido com todas as classes da nossa sociedade. É por isso que requeremos essa audiência pública”, justificou Barranco.

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Diversas autoridades, institutos, associações e sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras foram convidadas à participarem da discussão, como: o Sintep, Sinterp, Sindspen, Unemat, TCU, TCE, MPT, além do governador Mauro Mendes e todos os representantes de suas secretarias de estado.  

Teletrabalho

O Código do Trabalho define teletrabalho como “a prestação laboral realizada com subordinação jurídica, habitualmente fora da empresa do empregador, e através do recurso a tecnologias de informação e de comunicação”. Estes três requisitos de aplicação do regime de teletrabalho são cumulativos. Este é o caso típico do trabalhador que, em vez de prestar o seu trabalho nas instalações da empresa, fá-lo a partir de casa, por exemplo, recorrendo a um telefone ou a um computador com ligação à Internet. Isso não significa, porém, que o teletrabalhador tenha menos direitos do que os colegas que trabalham no regime “normal”.

Apesar do crescimento dessa modalidade estar ocorrendo ao longo dos anos, o seu “boom” veio, infelizmente, com o colapso e o isolamento das pessoas devido ao alto número de infecção e mortes pelo Covid-19. Segundo a plataforma Teams, da Microsoft, somente no período de 11 à 18 de março de 2020, 12 milhões de pessoas se cadastraram no programa.

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Fonte: ALMT

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