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Polícias tentam localizar suspeito de crime

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Policiais Militares e Civis de Cuiabá e Várzea Grande tentam localizar o paradeiro de um homem moreno, com idade entre 20 e 25 anos, que seria um dos responsáveis pela invasão a casa de câmbio instalada na avenida Getúlio Vargas, e que resultou na morte da estudante de publicidade Karina Fernandes, de 20 anos, e do soldado da Polícia Militar, Danilo César, de 27 anos. “Estamos todos empenhados na captura desse cidadão”, declarou um policial militar. video-morte
A imagem do suspeito passou a ser divulgada após ele ter deixado o celular cair, durante a troca de tiros com dois policiais militares que foram ao local para usar o banheiro e beber água, conforme informações do comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Alexander Mendes.

Quanto à tese aventada de que Karina pudesse ter sido vítima de um crime passional, familiares revelaram ao Olhar Direto que a jovem mantinha um relacionamento sério há mais de três anos e que pretendia casar-se assim que concluísse o curso de Publicidade e Propaganda, o que deveria acontecer em um prazo de dois anos. Um familiar declarou ainda que os policiais civis chegaram a mostrar imagens do suspeito do crime, mas que eles não reconheceram o mesmo. “Ela era uma jovem muita séria e muito ligada a sua mãe, a quem contava tudo de sua vida”, contou o familiar durante o velório da jovem. O corpo da estudante está sendo velado na manhã de hoje na Capela Jardins e será enterrado às 15h na capital.

O delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Sillas Caldeira informou que prefere aguardar a perícia oficial das imagens do circuito de segurança que mostram um homem de boné e mochila adentrando o estabelecimento e disparando para somente depois divulgar oficialmente as imagens. Ele disse que a delegacia atua somente com provas materiais e que são inúmeras as informações infundadas o que terminam por prejudicar as investigações. “Me questionaram há pouco se o PCC estaria por trás desse crime. Por enquanto o que temos são muitas especulações. Nós trabalhamos em cima de fatos”.

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