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Vídeo: Presos se rebelam com forças de segurança e fazem live dentro do presídio

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Presos se rebelam e fazem live de dentro do presídio, em Goinânia
Reprodução/Youtube

Presos se rebelam e fazem live de dentro do presídio, em Goinânia

Detentos da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), em Goiânia, se rebelaram nesta sexta-feira (19) e chegaram a fazer até uma live para relatar a situação.

Circulam nas redes sociais diversos vídeos que mostram um princípio de incêndio na unidade e, segundo o site Metropoles , há presidiarios feridos no local. (Veja o vídeo abaixo).

“Isso aqui aconteceu por causa do diretor, ele quer oprimir ‘nóis’ , ‘tamo’ dando a resposta. Quis dar sabão pra gente comer. Tão dando tiro de verdade em nós. Também temos família. Cadê os Direitos Humanos? Só passam pano para estuprador, que come o filho dos outros. Estamos reivindicando os nossos direitos”, diz um preso, no vídeo.

O movimento teria surgido em reação a ações das forças de segurança na manhã desta sexta-feira.

Ontem (18), um vigilante penitenciário e sua mulher morreram na saída do presídio. Duas pessoas apontadas como envolvidas no duplo homicídio foram mortas em confronto com policiais militares na noite de quinta-feira, e uma terceira foi presa.

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Cármen Lúcia deseja que STF julgue notícia-crime contra Bolsonaro por genocídio

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Carmén Lúcia deseja que STF julgue notícia-crime contra Bolsonaro
Reprodução: iG Minas Gerais

Carmén Lúcia deseja que STF julgue notícia-crime contra Bolsonaro

Cármen Lúcia, ministra do  Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a Luiz Fux, presidente da Corte, para que seja pautado o julgamento de uma notícia-crime contra o Presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) por suspeita de genocídio a indígenas na pandemia da covid-19. As informações são do portal Uol .

Com isso, a ministra busca julgar se a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve ou não abrir um inquérito para investigar Bolsonaro e seu veto na lei de assistência a indígenas durante a grave crise sanitária. O texto indeferido previa o fornecimento de insumos médicos e água potável.

O advogado autor da ação, Max Telesca, representante de André Bastos, alega que os crimes de genocídio afetam não somente a população indígena , mas permeia toda a gestão Bolsonaro . “O presidente da República buscou, de maneira concreta , que a população saísse às ruas, como de fato saiu, para que contraísse rapidamente a doença, sob a falsa informação da imunização de rebanho”, argumenta Telesca.

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Augusto Aras, procurador-geral, se manifestou contra a abertura do inquérito. Porém, após recurso , o plenário passou a analisar o caso de maneira virtual.

De acordo com a defesa, Bolsonaro agiu nos limites da constituição. “O que o noticiado [Bolsonaro] fez, portanto, foi cumprir o seu dever de vetar parcialmente projeto de lei. Caso não agisse assim, poderia ser responsabilizado “.


De acordo com a apuração, Fux não conversou com Cármen Lúcia a respeito do conteúdo do processo ou a data de um possível julgamento. Falta espaço na agenda e, a princípio, o caso só passaria pelo plenário no segundo semestre ao fim do mandato de Aras.

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