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RJ: Alerj votará sobre a utilização de microcâmeras nos uniformes da polícia

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Operação policial no Jacarezinho, RJ
Reprodução/redes sociais

Operação policial no Jacarezinho, RJ

No Rio de Janeiro , a Assembleia Legislativa ( Alerj ) votará em discussão única, sobre um projeto de lei que visa autorizar a instalação de microcâmeras nos uniformes de policiais civis e militares e também em helicópteros da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Votação acontece uma semana depois da operação mais letal da história da polícia no Rio, no Jacarezinho, que matou 27 acusados por tráfico de drogas e um policial civil . As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

Medida será um adicional na Lei 5.588/2009, que faz com que o Estado instale câmeras de video e áudio em viaturas da Polícia militar e da Defesa Civil, porém, projeto não chegou a ser executado. Sons e imagens devem ser arquivados por cerca de dois anos, assim arquivos poderão ser usados em processos e procedimentos administrativos.

Projeto tem a intenção de catalogar todas as ações dos policiais durante suas operações .

“O policial em atividade é o próprio Estado atuando. A instalação de câmeras nas viaturas já se mostrou como fator fundamental para a produção de provas em casos em que policiais se envolveram em ocorrências cujo esclarecimento só seria possível a partir de relatos de testemunhas, muitas vezes inexistentes”, declarou o autor do projeto, o deputado Carlos Minc, do PT, através de nota.

Ainda conforme Minc, outra meta é trabalhar para conquistar um maior controle efetivo da ação policial .

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BA: afetados pela chuva protestam contra ‘falta de ação’ da prefeitura

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Manifestação em Ilhéus, Bahia
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Manifestação em Ilhéus, Bahia

Desabrigados pelas chuvas de dezembro e janeiro, moradores do bairro de Salobrinho, em Ilhéus, fecharam o trecho de uma rodovia em protesto contra a prefeitura do município. Eles criticam a falta de ação da prefeitura em tomar providências que permita o retorno a suas residências, destruídas pelas enchentes.

— Eles querem que as pessoas voltem para casa. Como as pessoas vão retornar para suas casas sem colchão, sem nada? Como vai recomeçar uma vida sem nada? — disse Maurício Santos, que viu sua casa desmoronar a cerca de um mês.

Santos é pedreiro e teve de deixar sua casa com a mulher e a filha. Eles passaram as últimas semanas abrigados na Universidade Estadual de Santa Cruz. Outras famílias ficaram alojadas em escolas municipais próximas a Salobrinho.

— A Defesa Civil foi várias vezes ao meu terreno e até agora nada, nenhuma solução. Algumas famílias precisam apenas de alguns moveis para retornar, e a prefeitura ficou de dar esses bens — conta Maurício Santos.

A manifestação começou por volta das 8h da manhã desta segunda-feira e durou até as 11h, quando a imprensa chegou ao local. Os manifestantes fecharam um trecho da rodovia Ilhéus-Itabuna ateando fogo em pedaços de madeira. Segundo Maurício Santos, um representante da Secretaria Municipal de Assistência Social foi ao protesto e prometeu que a prefeitura irá tomar providências.

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