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Polícia investiga morte de empresário com 14 facadas; funcionário é suspeito

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Polícia investiga morte de empresário com 14 facadas; funcionário é suspeito
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Polícia investiga morte de empresário com 14 facadas; funcionário é suspeito

A Polícia Civil investiga a morte do empresário Jonathan Reis de Oliveira, de 26 anos, que foi esfaqueado pelo menos 14 vezes, em Maringá, no Paraná. O suspeito do crime é um funcionário da vítima, que foi preso preventivamente.

O crime aconteceu no último sábado (20). Jonathan Reis tinha uma empresa de limpeza de estofados. Mateus Felipe Marçal, de 24 anos, trabalhava como ajudante e é o principal suspeito do crime. 

Segundo a polícia, Mateus foi encontrado em casa com uma faca e o celular da vítima. Imagens de câmera de segurança mostraram também o suspeito entrando na casa da vítima e saindo alguns minutos depois.

“Pelas imagens, a gente deduz que ele estava sob efeito de alguma substância entorpecente, diante da movimentação dele. Ele sai colocando algo na cintura, possivelmente a arma utilizada no crime”, afirmou o delegado Diego Garcia, em entrevista ao G1.

O suspeito foi interrogado na delegacia antes de ser preso. De acordo com a polícia, as respostas foram contraditórias. Mateus afirmou que teria agido em legítima defesa. Ele também afirmou que estava com o celular do patrão porque Jonathan deu o aparelho a ele.

Segundo o delegado, o suspeito pode responder por latrocínio, quando há um roubo seguido de morte, ou por homicídio.

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Garotinho tem pena aumentada e fica inelegível até 2029

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Anthony Garotinho também terá que pagar multa
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Anthony Garotinho também terá que pagar multa


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) elevou a condenação  do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho , por compra de votos nas eleições municipais de 2016 , para 13 anos e 9 meses de prisão. O político ainda terá que pagar uma multa e se torna inelegível pelos oito anos seguintes à condenação, até 2029. O pedido de aumento da pena foi feito pelo Ministério Público Eleitoral.

Por unanimidade, o colegiado do TRE/RJ condenou, nesta quarta-feira (4), Garotinho pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documento público e coação no curso do processo, assim como  a Justiça Eleitoral em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que tinha estabelecido pena de 9 anos e 11 meses de prisão e multa, no valor de R$ 198 mil. 

A partir da Operação Chequinho , a Promotoria Eleitoral em Campos dos Goytacazes denunciou o ex-governador por usar irregularmente o programa social Cheque Cidadão , da prefeitura de Campos dos Goytacazes, para conseguir votos para seu grupo político. Naquele ano, a prefeita era a esposa do réu, Rosinha Matheus, e Garotinho era o secretário municipal de Governo. Segundo a Justiça, o esquema concedia o benefício, voltado a famílias de baixa renda, em troca do compromisso de votar nos candidatos indicados.

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Entre maio e agosto de 2016, de acordo com o Ministério Público Eleitoral em Campos, o número de novos beneficiários do programa aumentou em mais de 17 mil. Mas, parte dos novos contemplados ao menos constava nas listas oficiais de controle e não atendia aos critérios da legislação municipal. Segundo a procuradora regional eleitoral de Campos, Silvana Batini, eram tantos os novos cadastrados que houve necessidade de contratar 13 digitadores para atender à demanda. 

“As provas reunidas apontam de forma inequívoca a existência de um estratagema criminoso que deturpou a utilização do referido programa social, de forma espúria e sabidamente ilícita, em favor de um grupo político e em prejuízo dos cofres públicos”, sustentou o MP Eleitoral no parecer pela manutenção da condenação.


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