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Novo ministro da Saúde, Queiroga já publicou vídeo em apoio a Mandetta; assista

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Bolsonaro e Marcelo Queiroga, novo ministro da Saúde
CNN Brasil/Reprodução

Bolsonaro e Marcelo Queiroga, novo ministro da Saúde

Marcelo Queiroga , médico cardiologista que aceitou, no início da noite desta segunda-feira (15), a proposta para ser o novo ministro da Saúde do governo Bolsonaro , já foi apoiador do primeiro ministro da Saúde da gestão do atual presidente, o médico ortopedista Luiz Henrique Mandetta.

À época, Mandetta balançava no cargo por ser apoiador das medidas de isolamento social. Três semanas antes de ser exonerado, Queiroga publicou um vídeo em seu canal do Youtube declarando apoio ao então ministro e cumprimentando sua postura durante a pandemia. Assista abaixo .

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Saiba quem é Marcelo Queiroga

Natural de João Pessoa, Marcelo Queiroga é um cardiologista com longa atuação na Associação Médica Brasileira (AMB) e na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), de onde foi também presidente. Atualmente, Queiroga presidia a Sociedade Brasileira de Cardiologia. 

Em dezembro de 2020, o novo ministro da Saúde foi indicado por Bolsonaro para ser um dos diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) . A indicação ainda não foi votada pelo Senado.

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O médico conta com o apoio da ala ideológica do governo Bolsonaro. Eleitor do atual presidente, o novo ministro já publicou, em 2019, uma foto elogiando o atual presidente e o finado Dr. Enéas. (Veja abaixo)

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Cármen Lúcia deseja que STF julgue notícia-crime contra Bolsonaro por genocídio

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Carmén Lúcia deseja que STF julgue notícia-crime contra Bolsonaro
Reprodução: iG Minas Gerais

Carmén Lúcia deseja que STF julgue notícia-crime contra Bolsonaro

Cármen Lúcia, ministra do  Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a Luiz Fux, presidente da Corte, para que seja pautado o julgamento de uma notícia-crime contra o Presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) por suspeita de genocídio a indígenas na pandemia da covid-19. As informações são do portal Uol .

Com isso, a ministra busca julgar se a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve ou não abrir um inquérito para investigar Bolsonaro e seu veto na lei de assistência a indígenas durante a grave crise sanitária. O texto indeferido previa o fornecimento de insumos médicos e água potável.

O advogado autor da ação, Max Telesca, representante de André Bastos, alega que os crimes de genocídio afetam não somente a população indígena , mas permeia toda a gestão Bolsonaro . “O presidente da República buscou, de maneira concreta , que a população saísse às ruas, como de fato saiu, para que contraísse rapidamente a doença, sob a falsa informação da imunização de rebanho”, argumenta Telesca.

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Augusto Aras, procurador-geral, se manifestou contra a abertura do inquérito. Porém, após recurso , o plenário passou a analisar o caso de maneira virtual.

De acordo com a defesa, Bolsonaro agiu nos limites da constituição. “O que o noticiado [Bolsonaro] fez, portanto, foi cumprir o seu dever de vetar parcialmente projeto de lei. Caso não agisse assim, poderia ser responsabilizado “.


De acordo com a apuração, Fux não conversou com Cármen Lúcia a respeito do conteúdo do processo ou a data de um possível julgamento. Falta espaço na agenda e, a princípio, o caso só passaria pelo plenário no segundo semestre ao fim do mandato de Aras.

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