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Mulher é mantida em cárcere privado e depois assassinada em Belo Horizonte

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Mulher é mantida em cárcere privado e depois assassinada em Belo Horizonte
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Mulher é mantida em cárcere privado e depois assassinada em Belo Horizonte

Uma mulher, chamada Clenilda Alzira da Silva, de 43 anos, foi assassinada pelo marido na tarde desta segunda-feira (22). O caso foi descoberto depois que um colega de trabalho passou na casa da vítima para dar carona e ela não apareceu. Existe uma suspeita que ela tenha sido mantida em cárcere privado, já que a casa estava trancada. O caso aconteceu em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Segundo o boletim de ocorrência, um colega de trabalho da vítima sempre passava na casa dela por volta de 7h30 para os dois irem trabalhar juntos. Nesta segunda, a mulher não apareceu e o homem seguiu para o trabalho sem ela. Por volta de 10h30 ele mandou mensagens perguntando se ela estava bem. Os textos foram visualizados, mas não foram respondidos. 

No início da tarde, Clenilda ligou pra o amigo e disse que estava bem e que ajudava a mãe a arrumar as coisas para viajar. O colega de trabalho estranhou a situação, já que não era costume ela agir daquela forma.

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Ele então ligou para a polícia e explicou a situação. Os policiais foram até a casa da mulher e o suspeito os atendeu exaltado e perguntando se eles tinham mandado para entrar na residência. Depois ele correu para dentro de casa e os policiais ouviram gritos da vítima.

Após a mulher gritar, o homem voltou para a varanda e disse: “podem entrar que ela já está morta”. Quandos os agentes entraram, Clenilda estava caída no chão e imediatamente foi levada ao hospital próximo, mas não resistiu e morreu. A mulher estava ferida com facadas.

O suspeito foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema prisional. A suspeita é que a companheira era mantida em cárcere privado desde a última sexta-feira (19). Um inquérito foi aberto para investigar o caso.

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Garotinho tem pena aumentada e fica inelegível até 2029

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Anthony Garotinho também terá que pagar multa
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Anthony Garotinho também terá que pagar multa


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) elevou a condenação  do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho , por compra de votos nas eleições municipais de 2016 , para 13 anos e 9 meses de prisão. O político ainda terá que pagar uma multa e se torna inelegível pelos oito anos seguintes à condenação, até 2029. O pedido de aumento da pena foi feito pelo Ministério Público Eleitoral.

Por unanimidade, o colegiado do TRE/RJ condenou, nesta quarta-feira (4), Garotinho pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documento público e coação no curso do processo, assim como  a Justiça Eleitoral em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que tinha estabelecido pena de 9 anos e 11 meses de prisão e multa, no valor de R$ 198 mil. 

A partir da Operação Chequinho , a Promotoria Eleitoral em Campos dos Goytacazes denunciou o ex-governador por usar irregularmente o programa social Cheque Cidadão , da prefeitura de Campos dos Goytacazes, para conseguir votos para seu grupo político. Naquele ano, a prefeita era a esposa do réu, Rosinha Matheus, e Garotinho era o secretário municipal de Governo. Segundo a Justiça, o esquema concedia o benefício, voltado a famílias de baixa renda, em troca do compromisso de votar nos candidatos indicados.

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Entre maio e agosto de 2016, de acordo com o Ministério Público Eleitoral em Campos, o número de novos beneficiários do programa aumentou em mais de 17 mil. Mas, parte dos novos contemplados ao menos constava nas listas oficiais de controle e não atendia aos critérios da legislação municipal. Segundo a procuradora regional eleitoral de Campos, Silvana Batini, eram tantos os novos cadastrados que houve necessidade de contratar 13 digitadores para atender à demanda. 

“As provas reunidas apontam de forma inequívoca a existência de um estratagema criminoso que deturpou a utilização do referido programa social, de forma espúria e sabidamente ilícita, em favor de um grupo político e em prejuízo dos cofres públicos”, sustentou o MP Eleitoral no parecer pela manutenção da condenação.


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