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Lockdown em Búzios é suspenso após liminar do Tribunal de Justiça do Rio

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Thiago Freitas/MTur

Praias da região não poderão ser frequentadas por turistas nos próximos dias

A decisão de lockdown na cidade de Búzios , na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, foi suspensa nesta sexta-feira (18) após decisão do desembargador Cláudio de Mello Tavares. Ele é presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e, segundo ele, o acordo entre a prefeitura de Búzios e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro não tem  validade judicial para restringir as atividades a cidade.

Tavares revogou a medida a pedido da prefeitura de Búzios que solicitou a liberação do comércio . Segundo a prefeitura, a ocupação dos bares e restaurantes está limitada a 50% da capacidade.

O presidente do TJ-RJ disse que considerou o argumento do Ministéiro Público: “não houve ocupação de leitos em percentual acima de 70% até o momento, razão pela qual entende não ser cabível exigir do gestor público a implementação de novos leitos que, em tese, não seriam necessários”

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Caso Henry: babá diz em depoimento que mentiu por medo de Dr. Jairinho

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Menino Henry Borel, de 4 anos
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Menino Henry Borel, de 4 anos

No Rio de Janeiro , em  novo depoimento prestado ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), a babá Thayna de Oliveira Ferreira disse que mentiu na declaração dada em 24 de março, quando garantiu que o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), sua namorada, Monique Medeiros da Costa e Silva, e o filho dela, Henry Borel Medeiros, morto em 8 de março , viviam em harmonia, por medo do parlamentar.

Ela afirmou que,”por ter visto o que Jairinho tinha feito contra uma criança, ficou com medo que algo também pudesse acontecer com ela própria”, diz o relatório da polícia, ao qual o Extra teve acesso. A ex-funcionária da família alegou ainda não ter contado sobre as agressões do vereador contra o menino a pedido de Monique. Jairinho e Monique foram presos na última quinta-feira .

Segundo Thayna, a patroa solicitou que ela apagasse as mensagens trocadas entre as duas em 12 de fevereiro. As conversas foram recuperadas pela Polícia Civil no celular de Monique e dão conta de um alerta feito pela funcionária em tempo real. Ela narrou, pelo WhatsApp, que o vereador havia se trancado no quarto com Henry, e logo depois o menino relatou que recebeu “bandas” e “chutes”. A criança estava mancando a apresentava hematomas nos braços e nas pernas.

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No novo depoimento, Thayna contou ainda que presenciou as agressões em dois outros momentos, e que tinham conhecimento das sessões de violência a irmã de Jairinho, Thalita Souza; a avó materna de Henry, a professora Rosângela Medeiros da Costa e Silva; e a empregada doméstica da família, Leila Rosângela de Souza Mattos. As duas últimas chegaram a prestar depoimento na delegacia e negaram haver algum tipo de relação violenta entre os três.

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Quando foi ouvida pela primeira vez, a funcionária havia negado ter presenciado qualquer anormalidade na família, a quem disse ter visto reunida no máximo quatro vezes. Na ocasião, ela contou que costumava dar banho em Henry e garantiu nunca ter visto qualquer marca de violência em seu corpo . Ela relatou que Monique “se esforçava para agradar o filho de todas as formas e demonstrava carinho com ele”. E contou também que Henry, às segundas-feiras, lhe fazia algumas perguntas, como “Tia, por que existe a separação?” Para essa questão, ela diz ter respondido: “Paras as pessoas não ficarem brigando, é melhor que se separem.”

A babá relatou ainda que, por volta de 9h30 de 8 de março, recebeu uma ligação de Monique, que dizia: “Você não precisa ir trabalhar hoje. Henry caiu da cama. Perdi meu bem mais precioso”. Dez dias depois, Thayna disse ter sido procurada por Thalita para que fosse à sua casa, já que o advogado do vereador queria lhe fazer algumas perguntas. Ao chegar na residência, ela foi levada por um motorista até o escritório de André França Barreto, com a empregada do casal.

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Segundo a babá, André lhe perguntou como era seu relacionamento com Henry, se o menino era feliz, brincalhão e alegre, como era o relacionamento do casal, como eram os três juntos e se a criança apresentava alguma queixa. Na ocasião, a funcionária diz ter sido avisada pelo advogado que seria intimada a prestar depoimento e que deveria “dizer somente a verdade” e “o que havia presenciado”.

De acordo com os advogados Thiago Minagé, Hugo Novais, Thaise Assad e Lucas Antunes, que assumiram a defesa de Monique nesta segunda-feira, eles só irão se posicionar sobre esse e outros pontos quando tiverem acesso integral ao inquérito.

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