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Homem que fez comissária de bordo refém em Guarulhos é policial militar

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 Rapaz que fez comissária refém no Aeroporto de Guarulhos é policial militar
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Rapaz que fez comissária refém no Aeroporto de Guarulhos é policial militar

O Aeroporto de  Guarulhos viveu cenas tensas na madrugada da última segunda-feira (12). Isso porque um policial militar teve um surto psicótico e capturou uma comissária de bordo da empresa Gol como sua refém utilizando uma caneta.

Frederico Correia Resende é policial militar ambiental e atuava Foz do Iguaçu, no Paraná . O rapaz encontrava-se afastado das atividades. O caso ocorreu logo após a corporação paranaense liberá-lo para realizar um tratamento psiquiátrico , de acordo com as informações do registro da ocorrência, realizado na 3ª Delegacia de Atendimento ao Turista.

De acordo com Resende , alguém o perseguiu no voo até São Paulo com a intenção de matá-lo e de assassinar seu capitão, chamado de Cézar. Ao sair da aeronave, ele se aproximou da comissária e pediu-lhe uma caneta. Ao receber o objeto , ele pegou a mulher para fazê-la refém ao colocou a caneta no pescoço dela.


Resende afirmava ter bombas na mochila, o que não foi confirmado. O homem desabafou contra a corporação pelo afastamento . “Eles fazem a cagada, fazem a corrupção e suicida o policial bom. Por que eu vou me suicidar se eu tenho três anos estudando medicina? Eu tenho um futuro brilhante pela frente, por que eu vou me suicidar ? Eles queriam fazer o meu suicídio”.

A mulher não se feriu e passa bem . Por enquanto, sua decisão foi de não representar contra o policial. A empresa Gol emitiu nota afirmando que está dando “todo o suporte necessário à colaboradora”.

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Mulher cola bilhetes racistas na porta de seu apartamento: “Imundos”

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Um dos bilhetes racistas escritos por nutricionista de 56 anos na porta de seu apartamento
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Um dos bilhetes racistas escritos por nutricionista de 56 anos na porta de seu apartamento

Uma mulher foi denunciada por  racismo após escrever ofensas a moradores do condomínio que vive, em Santos, no litoral de São Paulo. A mulher, de 56 anos, colou papeis na porta de sua casa se referindo a negros como pessoas de “espírito imundo”, “imundos” e “escória da sociedade”. As informações são do G1.

Ela chegou a ser presa na madruga da última quarta-feira (5) após moradores registrarem boletim de ocorrência por injúria racial, dano e ameaça contra a suspeita, Entretanto, foi liberada após o pagamento da fiança.

Segundo disse o zelador do prédio, Arilton de Souza, ao G1, as ofensas racistas da moradora não são novidade. O próprio zelador já registrou B.O. contra ela em dezembro do ano passado, também por injúria racial.

“Já faz um tempo que sempre que ela me vê pelo condomínio fazendo meu serviço já muda a cara. Questiona o que estou fazendo e me chama de ‘negro’, ‘marginal’, ‘preto encardido'”, disse.

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Eu tenho até um boletim de ocorrência de um dia que estava saindo do trabalho, quando ela saiu de um táxi, me abordou e me agrediu. Nesse dia ela me ofendeu com diferentes xingamentos. Diversas vezes tentava me tratar como se eu fosse um escravo”, continua Arilton.

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Segundo relata o zelador, em março deste ano, quando tirava o lixo do condomínio, foi ofendido mais uma vez com palavras de cunho racista. “Nesse dia, após me ofender, ela subiu até o apartamento dela e pegou uma garrafa e voltou para ver onde eu estava. Como a moça da portaria disse que não sabia onde eu estava, ela [nutricionista] a xingou e jogou a garrafa no vidro de onde fica a portaria. Foi registrado outro boletim contra ela na ocasião, por injúria e lesão corporal”, diz.

“É humilhante. A gente está no ambiente de trabalho, fazendo nosso serviço honesto e passa por essas situações. Mas tentei ter a postura certa e registrei boletim de ocorrência, porque não podemos aceitar esse tipo de crime calados. Mas, mesmo denunciando, ela segue solta. Então isso faz com que nós [negros] nos sintamos oprimidos e impotentes.”

Um novo boletim de ocorrência foi feito contra a moradora neste sábado (8). O crime segue sendo investigado pelo 7º DP de Santos.

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