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Homem morre esmagado ao dormir embaixo de caminhão em MG

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Acidente aconteceu no Bairro São Jorge, em Uberlândia (MG)
Reprodução/Google Street View

Acidente aconteceu no Bairro São Jorge, em Uberlândia (MG)

Em Uberlândia, Minas Gerais , um homem morreu esmagado enquanto dormia embaixo de um  caminhão no Bairro São Jorge, nesta segunda-feira (3). O motorista disse que não percebeu a presença da vítima quando saiu com o veículo.

O Corpo de Bombeiros informou que foi chamado para socorrer o homem na Zona Zul da cidade pouco antes da meia-noite. De acordo com o motorista, ele foi até o local para retirar o caminhão da rua e estacioná-lo em um lugar mais adequado.

O condutor afirmou que chegou a sentir que uma das rodas passou em cima de algo, mas não imaginava que seria uma pessoa. No momento em que atropelou a vítima, disse que não escutou nenhum barulho, e levou um susto ao voltar andando e se deparar com o homem caído em frente à sua casa.

A Polícia Militar também foi chamada para registrar o caso e, segundo os bombeiros, não houver tempo de socorro. Conforme a PM, a vítima tinha 50 anos e era alcoólatra, condição que fazia com que ele ficasse fora de casa por muito tempo e provavelmente fez com que ele deitasse embaixo do veículo. 

O condutor prestou depoimento na Delegacia de Plantão da cidade, mas foi liberado em seguida.

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Mulher cola bilhetes racistas na porta de seu apartamento: “Imundos”

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Um dos bilhetes racistas escritos por nutricionista de 56 anos na porta de seu apartamento
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Um dos bilhetes racistas escritos por nutricionista de 56 anos na porta de seu apartamento

Uma mulher foi denunciada por  racismo após escrever ofensas a moradores do condomínio que vive, em Santos, no litoral de São Paulo. A mulher, de 56 anos, colou papeis na porta de sua casa se referindo a negros como pessoas de “espírito imundo”, “imundos” e “escória da sociedade”. As informações são do G1.

Ela chegou a ser presa na madruga da última quarta-feira (5) após moradores registrarem boletim de ocorrência por injúria racial, dano e ameaça contra a suspeita, Entretanto, foi liberada após o pagamento da fiança.

Segundo disse o zelador do prédio, Arilton de Souza, ao G1, as ofensas racistas da moradora não são novidade. O próprio zelador já registrou B.O. contra ela em dezembro do ano passado, também por injúria racial.

“Já faz um tempo que sempre que ela me vê pelo condomínio fazendo meu serviço já muda a cara. Questiona o que estou fazendo e me chama de ‘negro’, ‘marginal’, ‘preto encardido'”, disse.

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Eu tenho até um boletim de ocorrência de um dia que estava saindo do trabalho, quando ela saiu de um táxi, me abordou e me agrediu. Nesse dia ela me ofendeu com diferentes xingamentos. Diversas vezes tentava me tratar como se eu fosse um escravo”, continua Arilton.

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Segundo relata o zelador, em março deste ano, quando tirava o lixo do condomínio, foi ofendido mais uma vez com palavras de cunho racista. “Nesse dia, após me ofender, ela subiu até o apartamento dela e pegou uma garrafa e voltou para ver onde eu estava. Como a moça da portaria disse que não sabia onde eu estava, ela [nutricionista] a xingou e jogou a garrafa no vidro de onde fica a portaria. Foi registrado outro boletim contra ela na ocasião, por injúria e lesão corporal”, diz.

“É humilhante. A gente está no ambiente de trabalho, fazendo nosso serviço honesto e passa por essas situações. Mas tentei ter a postura certa e registrei boletim de ocorrência, porque não podemos aceitar esse tipo de crime calados. Mas, mesmo denunciando, ela segue solta. Então isso faz com que nós [negros] nos sintamos oprimidos e impotentes.”

Um novo boletim de ocorrência foi feito contra a moradora neste sábado (8). O crime segue sendo investigado pelo 7º DP de Santos.

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