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Homem é preso após agredir e manter grávida em cárcere privado por 3 dias

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Homem é preso após agredir e manter grávida em cárcere privado por 3 dias
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Homem é preso após agredir e manter grávida em cárcere privado por 3 dias

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Um homem de 25 anos foi preso por agredir, sequestrar e manter em cárcere privado a própria mulher, que está grávida de 36 semanas, nesta segunda-feira, dia 22, em Vassouras, no Centro-Sul do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Civil, a jovem de 26 anos começou a sofrer as agressões do companheiro na sexta-feira, dia 19, na casa da avó do suspeito, foi levada contra a sua vontade para um hotel no bairro Triunfo, onde permaneceu até por volta de 12h desta segunda-feira, dia 22. A vítima teve ferimentos na boca, nas costas, nos braços e pernas.

A grávida passou mal após ser deixada pelo marido na casa da mãe e foi levada por uma ambulância do Samu para o Hospital Universitário de Vassouras. Funcionários da unidade de saúde comunicaram a 95ªDP (Vassouras) sobre o caso, que enviou agentes para ouvir a vítima. Conforme o delegado titular, Luiz Jorge Rodrigues da Silva, responsável pelo caso, a vítima não quis registrar ocorrência contra o marido, com quem já tem um filho de 9 anos.

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Em depoimento, a mulher confirmou que sofria violência doméstica, física e psicológica, de forma constante há anos, mas nunca fez uma denúncia na Lei Maria da Penha contra ele. Desde sexta-feira até ontem (segunda), ela foi agredida por socos, tapas e empurrões. Quando foi levada para o hotel, ela ficou com medo de pedir socorro nas oportunidades que teve quando ele saía e a deixava trancada.

A grávida pediu uma medida protetiva contra o marido, no entanto, afirmou que não daria queixa contra ele.

“Ela pediu proteção, mas não queria ele preso. Inclusive, ela tentou retirar a ocorrência. Nesse caso, por haver lesão corporal, sequestro e cárcere privado, eu pedi a prisão preventiva dele, sem direito a fiança. Mesmo sem a queixa dela há uma ação incondicional. Temos fotos e outros meios para provar que houve os crimes. Temos dez dias para juntar junto”, conta o delegado.

‘Caso é fora da curva’, diz delegado

Mesmo sem a denúncia da vítima, o delegado pediu a prisão preventiva do agressor, que foi preso em flagrante na casa dele. O homem não resistiu, estava tranquilo e não demonstrou nenhum arrependimento. Segundo o delegado, ele se manteve em silêncio. Já a grávida não passou por corpo de delito no Instituo Médico Legal porque estava muito abalada psicologicamente.

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“Depois de toda a violência que sofreu, ela não quis fazer o corpo delito. Estava totalmente desgastada emocionalmente. Então, optamos pelo laudo indireto para evitar mais sofrimento para vítima. Vamos utilizar o Boletim de Atendimento Médico (BAM) como prova”, explica.

O caso é considerado incomum na cidade de Vassouras. De acordo com o delegado, a polícia agiu rapidamente para prender o agressor em flagrante, mesmo sem a mulher prestar queixa, porque a sociedade precisava de uma resposta. O agressor segue preso na delegacia até ser transferido para um presídio da região.

“Esse não é um crime comum aqui. Inclusive, é um caso fora da curva. Por essa razão, demos uma resposta à sociedade que, se acontecer novamente isso em Vassouras, a resposta será firme”, diz Luiz Jorge Rodrigues.

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Garotinho tem pena aumentada e fica inelegível até 2029

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Anthony Garotinho também terá que pagar multa
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Anthony Garotinho também terá que pagar multa


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) elevou a condenação  do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho , por compra de votos nas eleições municipais de 2016 , para 13 anos e 9 meses de prisão. O político ainda terá que pagar uma multa e se torna inelegível pelos oito anos seguintes à condenação, até 2029. O pedido de aumento da pena foi feito pelo Ministério Público Eleitoral.

Por unanimidade, o colegiado do TRE/RJ condenou, nesta quarta-feira (4), Garotinho pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documento público e coação no curso do processo, assim como  a Justiça Eleitoral em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que tinha estabelecido pena de 9 anos e 11 meses de prisão e multa, no valor de R$ 198 mil. 

A partir da Operação Chequinho , a Promotoria Eleitoral em Campos dos Goytacazes denunciou o ex-governador por usar irregularmente o programa social Cheque Cidadão , da prefeitura de Campos dos Goytacazes, para conseguir votos para seu grupo político. Naquele ano, a prefeita era a esposa do réu, Rosinha Matheus, e Garotinho era o secretário municipal de Governo. Segundo a Justiça, o esquema concedia o benefício, voltado a famílias de baixa renda, em troca do compromisso de votar nos candidatos indicados.

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Entre maio e agosto de 2016, de acordo com o Ministério Público Eleitoral em Campos, o número de novos beneficiários do programa aumentou em mais de 17 mil. Mas, parte dos novos contemplados ao menos constava nas listas oficiais de controle e não atendia aos critérios da legislação municipal. Segundo a procuradora regional eleitoral de Campos, Silvana Batini, eram tantos os novos cadastrados que houve necessidade de contratar 13 digitadores para atender à demanda. 

“As provas reunidas apontam de forma inequívoca a existência de um estratagema criminoso que deturpou a utilização do referido programa social, de forma espúria e sabidamente ilícita, em favor de um grupo político e em prejuízo dos cofres públicos”, sustentou o MP Eleitoral no parecer pela manutenção da condenação.


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