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Dom Eusébio Scheid, arcebispo emérito do RJ, morre após contrair Covid-19

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Dom Eusébio Scheid
Divulgação/Diocese de SJC

Dom Eusébio Scheid, arcebispo emérito do Rio de Janeiro.

Morreu, na tarde desta quarta-feira (13), aos 88 anos, o cardeal Eusébio Oscar Scheid , arcebispo emérito do Rio de Janeiro. O religioso já se encontrava com um quadro delicado de saúde, situação que se agravou depois que, há cerca de uma semana, ele testou positivo para o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

“O arcebispo emérito do Rio de Janeiro , cardeal Eusébio Oscar Scheid, entregou serenamente sua alma a Deus, no inicio da tarde desta quarta-feira, 13 de janeiro, após longo período de enfermidade, em São José dos Campos (SP), onde residia”, informou a Arquidiocese do Rio.

Nascido em Luzema, Santa Catarina, Dom Eusébio Scheid foi transferido para a Arquidiocese do Rio de Janeiro em julho de 2001, sucedendo o Cardeal Eugenio de Araujo Sales.

Ele tornou-se cardeal dois anos depois, durante o papado de João Paulo II. Aos 75 anos, Sheid se aposentou e foi substituído como arcebispo por Dom Orani Tempesta.

Dom Eusébio também publicou os livros “Tese de láurea sobre a Cristologia de Ubertino da Casale em seu contexto histórico”; “Preparação para o casamento e para a vida familiar”; Introdução à pastoral familiar; e “Ministério do Acolhimento”.

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Líderes religiosos protocolam na Câmara pedido de impeachment de Bolsonaro

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O Antagonista

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BRASÍLIA — Líderes religiosos protocolaram nesta terça-feira na Câmara dos Deputados o 62º pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. No documento, os religiosos afirmam que a pandemia “escancarou o desprezo do atual governo pela proteção à saúde da população e evidenciou condutas criminosas”.

“O avanço sobre os pilares da democracia prosseguiu com mais intensidade com a chegada ao Brasil da pandemia da Covid-19. Ciente de antemão da incapacidade de seu governo gerir essa enorme crise sanitária e, igualmente, os impactos econômicos imediatamente projetados, Bolsonaro deu início a um festival de desinformação, de desorganização administrativa e de renovação de ataques aos entes subnacionais, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal”, escrevem.

A peça, elaborada pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, é assinada por 380 pessoas, entre elas pastores, bispos, padres e frades. São religiosos ligados a igrejas cristãs, como anglicanas, luteranas, presbiterianas, batistas, metodistas, católicas e 17 movimentos cristãos. O anúncio do protocolo do pedido de impeachment foi feito em um ato no Salão Verde da Câmara.

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Entre os que assinam o documento de 74 páginas estão a Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (Anneb), Cristãos Contra o Fascismo, Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep) e Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP). Confira no fim do texto a lista completa.

“Os cidadãos e cidadãs religiosos/as que decidiram denunciar Jair Bolsonaro por seus delitos acreditam que somente o seu afastamento e a responsabilização jurídico-política de todos os representantes de seu governo, que levam adiante as políticas destrutivas representadas pelo seu projeto político, são capazes de recolocar o país nos trilhos da observância e do predomínio da Constituição da República”, escrevem.

Dos 62 protocolados desde o início do mandato de Bolsonaro, 56 estão ativos. Os outros cincos foram arquivados ou não aceitos, sem que o mérito fosse analisado. Cabe ao presidente da Câmara decidir se aceita ou não um pedido desse tipo.

Confira quem assina o pedido

  • Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (Anneb)

  • Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep)

  • Coletivo Abrigo: Pastoral de educação e assistência social de Porto Alegre – RS

  • Coletivo Empatia Clarifranciscana

  • Coletivo Juventudes, Fé, Ciência.

  • Coletivo de Mulheres das Organizações Religiosas do Distrito Federal (Comordf)

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  • Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic)

  • Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB)

  • Cristãos Contra o Fascismo

  • Instituto Catarinense de Juventude (ICJ)

  • Juventude Franciscana do Brasil (Jufra)

  • Liberta – Movimento de Igrejas Libertárias

  • Movimento Fé e Política RS

  • Movimento Social de Mulheres Evangélicas do Brasil (Mosmeb)

  • Movimento Social Religioso do Distrito Federal

  • Mulheres Contra Bolsonaro

  • Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP)

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