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Colapso em Manaus: Ministério da Saúde soube da carência de respiradores

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Ministério da Saúde soube do possível colapso em Manaus um mês antes da crise hospitalar
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Ministério da Saúde soube do possível colapso em Manaus um mês antes da crise hospitalar

Informações obtidas através de documentos pela CPI da Covid , mostram que o Ministério da Saúde – comandada pelo ex-ministro Eduardo Pazuello – foi avisado quase um mês antes do colapso em Manaus, sobre a escassez de respiradores no Amazonas e sua crescente demanada por ventiladores pulmonares. As informações são do portal Uol.

Senadores membros da comissão parlamentar de inquérito indicam que há evidências de que o governo Bolsonaro ignorou constantes alertas. Parlamentares também defendem a tese de que o governo demorou para ‘entrar em ação’ e auxiliar o governo federal a enfrentar a grave crise hospitalar.

Segundo documentos do próprio Ministério da Saúde, em apenas 16 dias – entre 18 de dezembro de 2020 e 02 de janeiro de 2021 – o estado do Amazonas solicitou 218 respiradores. Foram 140 na primeira data e 78 na última. Não há informações de respostas enviadas para as solicitações.


Membros da CPI avaliam que, de acordo com as informações recebidas, é possivel concluir que Manaus – já naquela época – era uma ‘bomba-relógio’.

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BA: afetados pela chuva protestam contra ‘falta de ação’ da prefeitura

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Manifestação em Ilhéus, Bahia
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Manifestação em Ilhéus, Bahia

Desabrigados pelas chuvas de dezembro e janeiro, moradores do bairro de Salobrinho, em Ilhéus, fecharam o trecho de uma rodovia em protesto contra a prefeitura do município. Eles criticam a falta de ação da prefeitura em tomar providências que permita o retorno a suas residências, destruídas pelas enchentes.

— Eles querem que as pessoas voltem para casa. Como as pessoas vão retornar para suas casas sem colchão, sem nada? Como vai recomeçar uma vida sem nada? — disse Maurício Santos, que viu sua casa desmoronar a cerca de um mês.

Santos é pedreiro e teve de deixar sua casa com a mulher e a filha. Eles passaram as últimas semanas abrigados na Universidade Estadual de Santa Cruz. Outras famílias ficaram alojadas em escolas municipais próximas a Salobrinho.

— A Defesa Civil foi várias vezes ao meu terreno e até agora nada, nenhuma solução. Algumas famílias precisam apenas de alguns moveis para retornar, e a prefeitura ficou de dar esses bens — conta Maurício Santos.

A manifestação começou por volta das 8h da manhã desta segunda-feira e durou até as 11h, quando a imprensa chegou ao local. Os manifestantes fecharam um trecho da rodovia Ilhéus-Itabuna ateando fogo em pedaços de madeira. Segundo Maurício Santos, um representante da Secretaria Municipal de Assistência Social foi ao protesto e prometeu que a prefeitura irá tomar providências.

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