Nacional

Acusado do sumiço de meninos de Belford Roxo diz que jogou sacos em rio

Publicados

em


source
Da esquerda para a direita: Lucas, Alexandre e Fernando
Reprodução

Da esquerda para a direita: Lucas, Alexandre e Fernando

Um suspeito de envolvimento no sumiço de três crianças em Belford Roxo, que foi denunciado por um irmão como tendo sido a pessoa que jogou os corpos dos meninos em um rio, prestou depoimento na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele não confessou o crime, mas admitiu ter jogado sacos entregues por traficantes embaixo de uma ponte. O delegado Uriel Alcântara, da DHBF, pediu a prisão do homem, mas a Justiça não deferiu o pedido e ele continua em liberdade.

De acordo com a denúncia feita pelo o irmão do suspeito , os meninos que desapareceram no dia 27 de dezembro teriam sido espancados e mortos a mando do traficante José Carlos dos Prazeres Silva, o Piranha, que tem a prisão decretada por tráfico. O motivo do crime, segundo o denunciante, seria que uma das crianças estaria envolvida no furto de uma gaiola de passarinho. Ainda de acordo com a denunciante, que procurou inicialmente o 39ºBPM (Belford Roxo) e depois foi encaminhado para DHBF, os corpos foram jogados na localidade conhecida como Ponte de Ferro 38, no Bairro Amapá, na divisa dos municípios de Belford Roxo e Duque de Caxias .

Leia Também:  Supremo julga ação sobre abertura de igrejas e templos na pandemia nesta quarta

O ponto indicado fica em um local ermo, próximo ao Arco Metropolitano, e é considerado como área de desova de cadáveres. No depoimento prestado pelo suspeito, ouvido na DHBF nesta quarta-feira, ele afirma que não sabia o que havia no interior dos sacos que foram jogados no rio, próximo a estrada Manoel de Sá.

Ainda não se sabe quando a polícia fará buscas para tentar encontrar os corpos dos garotos desaparecidos e confirmar se realmente foram ou não assassinados. Nesta quinta-feira, um parente dos meninos disse ainda não ter sido procurado pela polícia e que nada sabia sobre a denúncia feita nesta quarta-feira.

“Não sabemos de nada. A polícia não nos comunicou nada oficialmente. Ainda continuamos com o mesmo sofrimento de não saber o que aconteceu com os meninos”, disse um tio de um dos meninos.

Você viu?

Lucas Matheus, de 9 anos, Alexandre Silva, de 11 e Fernando Henrique, de 12, sumiram no dia 27 de dezembro. Eles foram vistos pela última vez em uma feira do Bairro Areia Branca, também em Belford Roxo. Moradores do Morro do Castelar, localidade que tem o comércio de drogas controlado pelo traficante Piranha, os meninos ainda foram flagrados por uma câmera de segurança quando estavam a caminho da feira.

Leia Também:  MP terá "problema sério" se tirar Roberto Jefferson do comando do PTB, diz filha

Pelo menos duas testemunhas também afirmaram, ao prestar depoimento na DHBF, terem os visto os garotos no local. A polícia trabalha com a hipótese de que os meninos tenham desaparecido logo após sair da feira ou nas proximidades da comunidade em que moravam.

Procurada, a Polícia Civil emitiu uma nota sobre caso. Abaixo, a íntegra do documento.

“Um homem se apresentou no 39º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Belford Roxo e acusou o próprio irmão por envolvimento no desaparecimento de Lucas Matheus, Alexandre Silva e Fernando Henrique, que teriam sido mortos por traficantes da comunidade Castelar, em Belford Roxo. Após a declaração, o acusado foi detido pela PM e os dois foram ouvidos por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Em depoimento na unidade policial, ele negou as acusações feitas pelo irmão.

Segundo a DHBF, as investigações continuam e buscas serão realizadas na possível área onde os corpos das crianças teriam sido levados.”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Nacional

ANS autua Prevent Senior por não avisar pacientes sobre uso do “kit Covid”

Publicados

em


source
Prevent Senior
Divulgação

Prevent Senior

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autuou a  Prevent Senior por não informar aos pacientes que eles estavam recebendo medicamentos com ineficácia comprovada para o tratamento da Covid-19 . O órgão diz já ter evidências suficientes que comprovem o  uso de remédios do chamado “kit Covid” por estar ouvindo ativamente as pessoas que foram tratadas pela empresa. 

Os relatos são comparados com os registros enviados pela Prevent sobre os medicamentos que foram utilizados. A empresa tem 10 dias para se manifestar sobre o assunto e fazer sua defesa.

Caso confirmada a infração, a Prevent será punida com uma multa de R$ 25 mil. No entanto, por se tratar de um dano coletivo, o valor pode aumentar de acordo com o número de pessoas atingidas. O auto de infração foi lavrado na tarde dessa segunda-feira (27) e anunciado pela ANS na noite de hoje. 

*Em atualização

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Supremo julga ação sobre abertura de igrejas e templos na pandemia nesta quarta
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA