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Erupção de vulcão em Tonga foi som mais alto da Terra em 139 anos

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Erupção de vulcão em Tonga foi som mais alto da Terra em 139 anos
Reprodução / BBC News

Erupção de vulcão em Tonga foi som mais alto da Terra em 139 anos

erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga, na ilha de Tonga, em janeiro deste ano, provocou o som mais alto já ouvido no planeta em 139 anos. A explosão superou a de outro vulcão, o Krakatoa, na Indonésia, ocorrido em 1883.

As informações são de um estudo publicado no dia 12 deste mês por pesquisadores da Universidade da Califórnia.

“Este evento de ondas atmosféricas foi sem precedentes no registro geofísico moderno”, disse Robin Matoza, um dos pesquisadores responsáveis pelo artigo publicado na revista Science.

Os sons emitidos pela erupção do vulcão e audíveis por seres humanos foram detectados em locais tão distantes quanto o Alasca, mais de 9 mil quilômetros de distância de Tonga.

Segundo um outro estudo publicado no dia 10 de maio por pesquisadores de Berkeley, também na Califórnia, os efeitos do vulcão de Tonga foram sentidos até mesmo no espaço.

Dados do satélite Ionospheric Connection Explorer (ICON), da Nasa, indicaram que fortes ventos foram formados na ionosfera da Terra, que fica situada entre 100 e mil quilômetros da superfície do planeta.

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União Africana pede análise de mortes na travessia para a Espanha

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União Africana pede investigação sobre 23 imigrantes mortos ao tentarem entrar na Espanha
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União Africana pede investigação sobre 23 imigrantes mortos ao tentarem entrar na Espanha

O presidente da Comissão da União Africana (UA) denunciou o tratamento “violento e degradante” dado a imigrantes africanos na sexta-feira, durante uma tentativa de cruzarem a fronteira entre o Marrocos e o enclave espanhol de Melilla, no Norte da África, e pediu uma investigação dos eventos.

Enquanto as autoridades marroquinas dizem que 23 pessoas morreram, organizações não governamentais apontam que o número de mortes pode chegar a 37.

“Expresso meu profundo choque e preocupação com o tratamento violento e degradante de imigrantes africanos que procuram cruzar uma fronteira internacional entre Marrocos e Espanha”, tuitou o chadiano Moussa Faki, que preside o organismo executivo da UA, na noite de domingo.

Ele continuou: “Peço uma investigação imediata sobre este assunto e lembro a todos os países de suas obrigações sob o direito internacional de tratarem os migrantes com dignidade e priorizar sua segurança e direitos humanos, limitando qualquer uso excessivo da força”.

De acordo com a Associação Marroquina de Direitos Humanos (AMDH), de Nador, província no Nordeste de Marrocos, há uma preocupação com o encobrimento das mortes e com os corpos das vítimas, que podem ser enterrados sem investigação ou identificação pelas autoridades marroquinas.

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Presidente espanhol elogia repressão policial

Enquanto se multiplicam os pedidos de investigação das mortes em Melilla, o governo espanhol agradeceu o Marrocos nesta segunda-feira pela “colaboração na defesa” de suas fronteiras.

O governo espanhol, sobretudo o primeiro-ministro Pedro Sánchez, tem defendido as ações dos policiais e responsabilizando as máfias de tráfico humano pelas mortes na fronteira hispano-marroquina.

“Se há um responsável por tudo o que parece ter acontecido naquela fronteira, são as máfias que traficam seres humanos”, disse Sánchez em entrevista coletiva em Madri, no sábado.

Pelo menos 23 imigrantes foram mortos e 140 policiais ficaram feridos, segundo autoridades marroquinas da região. Este é o número mais mortal já registrado nas inúmeras tentativas de imigrantes subsaarianos de entrar em Melilla e no vizinho enclave espanhol de Ceuta, que constituem as únicas fronteiras terrestres da UE com o continente africano.

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Fonte: IG Mundo

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