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Mulher é discriminada em restaurante inglês por estar de cropped

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De acordo com funcionários do restaurante o top de Emma foi considerado um sutiã.
Reprodução/ Emma Prince

De acordo com funcionários do restaurante o top de Emma foi considerado um sutiã.

Dois pesos duas medidas. A inglesa Emma Prince de 34 anos conta que sofreu humilhações dentro de um restaurante, porque, segundo o estabelecimento, ela não estava seguindo a regras de vestimenta. No entanto, os homens no local foram permitidos a ficar sem camisa. O fato ocorreu na última sexta-feira (17), em um dos dias mais quentes na Inglaterra, marcando 30 graus. 

“As crianças estavam correndo de fraldas enquanto suas mães usavam calças jeans sexy e os pais ficavam sem camisa”,  disse a mulher ao jornal inglês The Sun. 

Segundo Emma, ela havia ido ao restaurante Wolverton House Stonehouse Pizza & Carvery, com a filha, usando um crooped, devido ao calor que estava fazendo. Logo na entrada do local, ela foi barrada por um dos funcionários, que afirmou que a roupa dela não era apropriada. 

Top que Emma usou durante a ocasião.
Reprodução/ Emma Prince

Top que Emma usou durante a ocasião.

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“Eu disse que era um top e que estava mais de 30 graus lá fora, mas me disseram que ‘isto aqui é um restaurante e temos nossa política’“, relembra Prince. 

Apesar de ter conseguido entrar no estabelecimento após ter sido obrigada a se cobrir, as retaliações não acabaram. Emma relata ter sido colocada em uma mesa debaixo do sol e que os seus pedidos não foram entregues. 

“Foi deliberado, eles traziam os pedidos de todos os outros, menos o nosso”, fala indignada.

Depois de todos esses acontecimentos a mulher decidiu por cancelar o pedido e ir ao um fast-food com a filha. Ela também afirma que nunca mais irá voltar ao restaurante. Wolverton House Stonehouse Pizza & Carvery, por sua vez, não quis se pronunciar. 

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Fonte: IG Mulher

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Plataforma ajuda pessoas que buscam relacionamento ‘sugar’

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Plataforma proporciona que 'sugar daddies' e 'sugar babies' se encontrem
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Plataforma proporciona que ‘sugar daddies’ e ‘sugar babies’ se encontrem

Os padrões de relacionamento mudaram muito ao longo dos anos e hoje em dia é possível viver relações de diversas formas, com diferentes tipos de acordos e interesses. Uma das experiências afetivas mais questionadas e problematizadas é a relação ‘sugar’. Nela, um dos parceiros tem uma situação econômica estabilizada, leva um padrão de vida alto e deseja proporcionar este conforto para quem está se relacionando.

Em contrapartida, a outra pessoa da relação prioriza este status como um dos pontos principais para se relacionar e essa condição fica clara para quem pode proporcionar esta experiência. Com os diversos tipos de plataformas de relacionamentos disponíveis hoje em dia, é possível encontrar aplicativos específicos para quem busca um busca ‘sugar daddy’ ou um ‘sugar baby’ para chamar de seu. A maquiadora e importadora de jóias, Lara Cristin, 22, é uma ‘sugar baby’ e usa a plataforma Meu Patrocínio para se envolver com homens mais velhos que possam lhe proporcionar experiências de luxo.

Ela conta que a maior motivação para usar o serviço foram as más experiências que teve em relações no passado.

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“A frustração que a gente vive nos relacionamentos hoje em dia é a minha maior motivação para utilizar a plataforma. Ninguém leva a nada sério, parece que está tudo tão supérfluo, então prefiro manter as relações que o Meu Patrocínio me proporciona”, diz.

A maquiadora completa dizendo que se sente mais valorizada hoje em dia pelas experiências que já viveu devido a plataforma. “Eu considero que sou uma mulher que mereço o melhor, mereço conhecer pessoas legais e na plataforma é tudo muito direto, você conhece pessoas que vão se esforçar para te conquistar. Eu não gosto de homem mais novo. Quando estou em festas e aparece um homem mais velho, minhas amigas já falam: ‘olha lá, seu número'”, brincou Lara.

Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar
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Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar

Segundo dados do Meu Patrocínio, a plataforma já conta com mais de 2.8 milhões de usuários sendo estes 1.8 milhão de sugar babies femininos, 638 mil babies masculinos, 279 mil sugar daddies e 48 mil sugar mommies. Para o diretor de comunicação de relacionamento da empresa, Caio Bittencourt, é preciso desmistificar alguns tabus sobre a relação sugar. “Estamos acostumados a lidar com estereótipos a todo tempo, como por exemplo, onde pessoas bonitas são consideradas fúteis, pessoas ricas arrogantes, mulheres solteiras que se apaixonam por alguém com estabilidade financeira interesseiras, e por aí vai. É importante desmistificar estes preconceitos”, diz.

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Caio complementa dizendo que um ‘sugar daddy’ não necessariamente será um homem mais velho e que este estereótipo precisa ser quebrado. “É importante frisar que especialmente nesta era digital em que vivemos, muitas pessoas conseguem fazer fortuna ainda enquanto jovens. Existem ‘daddies’ que são herdeiros, empresários talentosos que alcançaram muito sucesso precocemente ou investidores, por exemplo”, comenta o diretor. O comandante de empresa aérea, Marco Antonio Saeger Marinho, 60, é um exemplo de ‘sugar daddy’ que utiliza a plataforma. Ela conta que já viveu tanto experiências positivas quanto negativas utilizando o serviço. “Já tive contatos agradáveis e desagradáveis. Em um encontro que eu tive no passado, a pessoa não era a mesma da foto, mas hoje em dia a plataforma já se previne melhor sobre isso”, diz. Ele completa dizendo que já conseguiu viver relacionamentos estáveis a partir da plataforma, mas que eles “terminaram porque tudo tem seu tempo”.

O comandante ainda dá dicas para quem quer usar uma plataforma de relacionamento de forma segura. “Depois de ver que tem uma afinidade durante uma conversa inicial na plataforma, eu parto para um aplicativo de conversa privado e depois faço uma videoconferência, antes de marcar um encontro presencial. São passos importantes para eu me certificar que não estou entrando em uma ‘roubada'”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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