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Ambev e ONG se unem para ajudar mulheres no mercado de trabalho

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100% do lucro obtido com a venda da cerveja irá para a ONG
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100% do lucro obtido com a venda da cerveja irá para a ONG


A ONG Cruzando Histórias, uma organização voltada para a valorização profissional e a empregabilidade de mulheres, se uniu à cervejaria Ambev, ára o lançamento de uma edição especial do programa Impulsione a Sua Carreira.

O projeto, que é totalmente gratuito, é mais uma ação da instituição para promover o cuidado à mulher em situação de vulnerabilidade social e prepará-la para se reintegrar ao mercado de trabalho.

Durante a realização do programa, as participantes vão ter acesso a uma trilha de desenvolvimento composta por oficinas, painéis, mentoria coletiva e bate-papo com a área de Recursos Humanos. Colaboradoras da Ambev serão voluntárias dessa ação e conduzirão parte das atividades.

Ao todo o Impulsione a Sua Carreira vai apoiar a reinserção de cerca de 50 mulheres no mercado de trabalh residentes do Rio de Janeiro nas regiões de Campo Grande, Cachoeiras de Macacu e Piraí.

Na seleção serão considerados disponibilidade, comprometimento, interesse em trabalhar no setor e vulnerabilidade social. Mulheres negras, mães e em situação de desemprego serão priorizadas. O programa tem duração prevista de quatro a seis semanas.

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As interessadas em participar da seleção devem entrar em contato com a ONG Cruzando Histórias pelo  site do projeto.

Desrotuladas


Para realizar o programa, a Ambev vai destinar 100% do lucro obtido com a venda da cerveja colaborativa Desrotuladas para a ONG. Feita por mulheres e para mulheres, da brassagem ao envase, essa cerveja foi produzida por um time 100% feminino no Dia Internacional da Mulher deste ano.

A cerveja é uma Session IPA com dry hopping, que leva três lúpulos aromáticos na receita, e está à venda no Empório da Cerveja.

“Nós criamos essa Session IPA da mesma forma que seguiremos construindo nosso espaço no mercado cervejeiro: juntas e sem rótulos. Esse projeto, em parceria com a Cruzando Histórias, é mais um passo da companhia para alcançar as pessoas e gerar impacto positivo na sociedade. Queremos continuar promovendo mudanças reais e incentivando todo o nosso ecossistema em prol da equidade de gênero”, afirma Sybilla Geraldi, mestre-cervejeira e coordenadora de Conhecimento e Cultura Cervejeira da Ambev.

Cruzando Histórias


A ONG Cruzando Histórias já impactou mais de 8 mil mulheres e terá seu projeto potencializado com a parceria da Ambev. Sediada em São Paulo e com atuação nacional, a entidade possui sinergia com as ações da companhia voltadas para mulheres que buscam reinserção no mercado de trabalho.

“Unir mulheres que estão fora e dentro do mercado de trabalho, num processo de colaboração, é das atividades que mais acreditamos. O estado do Rio de Janeiro encerrou o primeiro trimestre de 2022 com terceira maior taxa de desemprego do país, de acordo com a pesquisa Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Desde o início das conversas com a Ambev, foi mútuo o interesse no desenvolvimento local, priorizando as mulheres que moram no entorno das fábricas nas cidades fluminenses. Somos mulheres, desde a concepção da ideia, produção da cerveja, até a execução do projeto. As 50 mulheres selecionadas, sentirão a potência desse projeto”, diz Bia Diniz, fundadora e presidente da Cruzando Histórias.

Fonte: IG Mulher

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Plataforma ajuda pessoas que buscam relacionamento ‘sugar’

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Plataforma proporciona que 'sugar daddies' e 'sugar babies' se encontrem
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Plataforma proporciona que ‘sugar daddies’ e ‘sugar babies’ se encontrem

Os padrões de relacionamento mudaram muito ao longo dos anos e hoje em dia é possível viver relações de diversas formas, com diferentes tipos de acordos e interesses. Uma das experiências afetivas mais questionadas e problematizadas é a relação ‘sugar’. Nela, um dos parceiros tem uma situação econômica estabilizada, leva um padrão de vida alto e deseja proporcionar este conforto para quem está se relacionando.

Em contrapartida, a outra pessoa da relação prioriza este status como um dos pontos principais para se relacionar e essa condição fica clara para quem pode proporcionar esta experiência. Com os diversos tipos de plataformas de relacionamentos disponíveis hoje em dia, é possível encontrar aplicativos específicos para quem busca um busca ‘sugar daddy’ ou um ‘sugar baby’ para chamar de seu. A maquiadora e importadora de jóias, Lara Cristin, 22, é uma ‘sugar baby’ e usa a plataforma Meu Patrocínio para se envolver com homens mais velhos que possam lhe proporcionar experiências de luxo.

Ela conta que a maior motivação para usar o serviço foram as más experiências que teve em relações no passado.

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“A frustração que a gente vive nos relacionamentos hoje em dia é a minha maior motivação para utilizar a plataforma. Ninguém leva a nada sério, parece que está tudo tão supérfluo, então prefiro manter as relações que o Meu Patrocínio me proporciona”, diz.

A maquiadora completa dizendo que se sente mais valorizada hoje em dia pelas experiências que já viveu devido a plataforma. “Eu considero que sou uma mulher que mereço o melhor, mereço conhecer pessoas legais e na plataforma é tudo muito direto, você conhece pessoas que vão se esforçar para te conquistar. Eu não gosto de homem mais novo. Quando estou em festas e aparece um homem mais velho, minhas amigas já falam: ‘olha lá, seu número'”, brincou Lara.

Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar
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Para especialista é preciso quebrar estereótipos sobre relacionamentos sugar

Segundo dados do Meu Patrocínio, a plataforma já conta com mais de 2.8 milhões de usuários sendo estes 1.8 milhão de sugar babies femininos, 638 mil babies masculinos, 279 mil sugar daddies e 48 mil sugar mommies. Para o diretor de comunicação de relacionamento da empresa, Caio Bittencourt, é preciso desmistificar alguns tabus sobre a relação sugar. “Estamos acostumados a lidar com estereótipos a todo tempo, como por exemplo, onde pessoas bonitas são consideradas fúteis, pessoas ricas arrogantes, mulheres solteiras que se apaixonam por alguém com estabilidade financeira interesseiras, e por aí vai. É importante desmistificar estes preconceitos”, diz.

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Caio complementa dizendo que um ‘sugar daddy’ não necessariamente será um homem mais velho e que este estereótipo precisa ser quebrado. “É importante frisar que especialmente nesta era digital em que vivemos, muitas pessoas conseguem fazer fortuna ainda enquanto jovens. Existem ‘daddies’ que são herdeiros, empresários talentosos que alcançaram muito sucesso precocemente ou investidores, por exemplo”, comenta o diretor. O comandante de empresa aérea, Marco Antonio Saeger Marinho, 60, é um exemplo de ‘sugar daddy’ que utiliza a plataforma. Ela conta que já viveu tanto experiências positivas quanto negativas utilizando o serviço. “Já tive contatos agradáveis e desagradáveis. Em um encontro que eu tive no passado, a pessoa não era a mesma da foto, mas hoje em dia a plataforma já se previne melhor sobre isso”, diz. Ele completa dizendo que já conseguiu viver relacionamentos estáveis a partir da plataforma, mas que eles “terminaram porque tudo tem seu tempo”.

O comandante ainda dá dicas para quem quer usar uma plataforma de relacionamento de forma segura. “Depois de ver que tem uma afinidade durante uma conversa inicial na plataforma, eu parto para um aplicativo de conversa privado e depois faço uma videoconferência, antes de marcar um encontro presencial. São passos importantes para eu me certificar que não estou entrando em uma ‘roubada'”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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