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4 erros comuns ao cuidar da pele

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4 erros comuns ao cuidar da pele
Redação EdiCase

4 erros comuns ao cuidar da pele

Com o passar dos anos, a produção de colágeno reduz e a pele perde firmeza se não forem adotadas práticas diárias para manter a sua vitalidade. Afinal, esse é o maior órgão do corpo e merece uma atenção extra quanto aos seus cuidados, principalmente se você deseja preservar a pele firme e evitar problemas futuros.

Por isso, a médica dermatologista Dra. Paola Pomerantzeff e a farmacêutica Maria Eugênia Ayres explicam quais são os 4 principais erros de quem tenta tratar a pele por conta própria. Confira!

1. Não visitar um dermatologista 

É aconselhável visitar o seu dermatologista uma ou duas vezes por ano para um check-up geral e tratamentos, desde que não tenha quaisquer condições ou problemas de pele. Caso contrário, terá de fazer visitas mais frequentes enquanto a situação se estabiliza. Além disso, o médico prescreverá uma rotina de beleza que seja eficaz e que se adeque ao seu dia a dia. 

“Ter 10 passos de beleza não é essencial. Para quem gosta e tem prazer, é ótimo. Mas para quem não gosta e tem ‘preguiça’, passa a ser um ‘peso’ e a pessoa deixa de fazer. O ideal é definir com a sua dermatologista, qual a quantidade de passos necessários para a sua pele e compatível com a sua realidade! A longo prazo, o mais importante é a frequência de realizar o mínimo, mas eficaz”, explica a Dra. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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2. Apostar em um skincare básico 

Existem ativos que são verdadeiros clássicos da Dermatologia, mas hoje há tanta inovação no mercado, que é até um pecado apostar em um hidratante básico de glicerina e/ou pantenol. “A biotecnologia cosmética e os avanços nas áreas de engenharia genética e fermentação de ingredientes fizeram com que os produtos para a pele atingissem o verdadeiro apogeu, não apenas hidratando, mas oferecendo inúmeros benefícios, como tratamento de manchas, rejuvenescimento, controle da oleosidade, melhora da textura e renovação celular”, explica a farmacêutica Maria Eugênia Ayres. 

A especialista ainda afirma que as substâncias atuais, fabricadas em laboratórios, tornam os produtos com ação mais direcionada e tratam a pele com capacidade regenerativa superior, atuando na longevidade celular, protegendo e até estimulando o reparo do DNA de células e de fatores de crescimento natural da pele. 

“Temos por exemplo o ativo Densiskin D+, ativo dermocosmético de última geração que possui uma ação tensora imediata combinada com uma ação profunda re-estruturante. Outra possibilidade é o ativo natural Sculptessence, extraído da semente do linho e rico em poliosídeos reversos, que agem nas desordens relacionadas ao enfraquecimento da pele, proporcionando o redesenho da face, resultando em um efeito de harmonização facial”, diz Maria Eugênia.

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3. Não utilizar um creme específico para área dos olhos 

Se seu skincare é altamente sofisticado, conta com peptídeos, ácido hialurônico e até probióticos, você faz boas escolhas, mas elas podem não funcionar se você esquecer o creme para área dos olhos. Segundo a Dra. Paola, a pele ao redor dos olhos é a mais fina de todo o corpo, o que a torna muito mais sensível e suscetível a danos , e, além disso, piscamos milhares de vezes ao dia, ou seja, esse movimento constante gera os primeiros sinais de envelhecimento aparecem nessa região.

4. Acreditar que o skincare é tudo 

Rugas mais profundas e pronunciadas devem ser tratadas em consultório médico. E, mesmo quando elas ainda não apareceram, existem procedimentos capazes de prevenir esses sinais do envelhecimento. De hidrodermoabrasão aos procedimentos injetáveis, passando pelos lasers e ultrassons, há muita opção terapêutica. 

“[…] O melhor tratamento para as rugas dinâmicas, que são as rugas de expressão, continua sendo e provavelmente sempre será a toxina botulínica. Sua aplicação é extremamente rápida. Outra alternativa para prevenção a longo prazo, seria o skinbooster, um ‘hidratante injetável’ que estimula o colágeno e melhora as linhas sem paralisar a musculatura (diferentemente da toxina botulínica)”, diz a dermatologista Dra. Paola.

Por Maria Paula Amoroso

Fonte: IG Mulher

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Rinoplastia caseira ensinada nas redes é muito perigosa e causa danos

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Pessoas tem colocado a vida em risco em busca do nariz
Olya Kobruseva/Pexels

Pessoas tem colocado a vida em risco em busca do nariz “perfeito”

Os vídeos de pessoas ensinando a mudar o formato do nariz de forma caseira têm se tornado cada vez mais frequentes na internet. São apresentadas desde supostas técnicas de afinação do nariz até rinoplastias. Recentemente, um homem chamou atenção para o assunto após ser internado em um hospital devido a graves consequências de uma tentativa de uma cirurgia caseira. 

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Para o médico Guilherme Scheibel,  especializado em otorrinolaringologia, além de ineficaz, procedimentos como esse são extremamente perigosos devido ao alto risco de infecções e ao fato dessas pessoas não terem estudo para realizar uma cirurgia. 

“Rinoplastia é um procedimento cirúrgico, portanto deve ser realizado em ambiente cirúrgico, completamente estéril. Realizar uma cirurgia dessas em casa é perigoso, não somente pelo risco de infecção, como também porque executar esta cirurgia em si mesmo não permite manipular as estruturas de forma adequada, ao ponto de ter resultado estético satisfatório”, diz o profissional da saúde. 

O especialista também explica que essas “técnicas” caseiras têm mais força no exterior, sendo divulgadas como métodos inovadores. Entretanto, elas não passam de mentiras e práticas arriscadas. 

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“Estes métodos de ‘modificação caseira’, que incluem preenchimentos e até mesmo procedimentos cirúrgicos, vêm sendo comercializados como uma ‘inovadoras’ por fazer somente a remoção de cartilagem do nariz, sem a devida estruturação. Isso infelizmente causa inúmeros problemas, desde contaminação, por estar sendo realizado em ambiente não hospitalar, como também a desestruturação do nariz, já que nesta técnica, se faz somente a remoção de cartilagem”, explica o médico

“Essa realização pode causar não somente problemas estéticos, como também os funcionais, a exemplo do que ocorreu recentemente com o jovem que decidiu operar o nariz em casa baseando-se em posts de plataformas de internet. Os tutoriais ensinavam a realizar o procedimento com fio desencapado e cola quente”, alerta o médico. 

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Além de nunca realizar esses prodecimentos em casa, o otorrinolaringologia adverte que é necessário sempre buscar profissionais de extrema confiança para não cair nas mãos de médicos irresponsáveis e incapacitados para fazer a operação. 

“Cuidado com pessoas que não são da área médica. Muitos estão utilizando-se de técnicas ultrapassadas para convencer pacientes que desconhecem como funciona o procedimento”, conclui o especialista. 

Fonte: IG Mulher

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