DIAMANTINO

Esportes

Último jogo de Marcelinho Carioca com camisa do Corinthians completa 11 anos

Publicados

em


No dia 13 de janeiro de 2010, há exatos 11 anos, um dos maiores ídolos da história do Corinthians realizava sua última partida com a camisa alvinegra. Jogando no estádio do Pacaembu, Marcelinho Carioca se despedia da torcida corintiana em amistoso contra o Huracán (ARG).

A partida foi a primeira da equipe na temporada, e Marcelinho atuou com equipe que iniciava a preparação para o ano do centenário do clube. O time entrou em campo para enfrentar o time argentino com Felipe; Alessandro, Paulo André, William e Escudero; Marcelo Mattos, Jucilei, Morais e Marcelinho; Defederico e Souza. O Timão venceu por 3 a 0, com gols de Souza, Morais e Dentinho.

Marcelinho Carioca não vestia a camisa do Corinthians desde o fim de 2006, ano de sua última temporada como atleta corintiano. O ex-meia é o quinto maior artilheiro da história do clube, com 206 gols marcados em 433 jogos pelo time do Parque São Jorge.

Leia Também:  Magrão revela motivos de ter saído do Sport e se emociona

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Esportes

Final da Libertadores entre Palmeiras e Santos terá venda de ingressos solidários

Publicados

em


A venda dos ingressos solidários começa nesta terça-feira (26), pela internet (www.futebolcard.com), por um valor simbólico de R$ 20,00 e não haverá carga limite de bilhetes vendidos. Os torcedores que participarem da campanha receberão por e-mail um ingresso virtual da final para guardarem como recordação e terão a chance de ganhar uma camisa autografada pelos jogadores: cada clube irá presentear 22 de seus fãs participantes com camisas oficiais.

“Será um legado que a final da CONMEBOL Libertadores deixará ao Rio de Janeiro e ao Brasil, que sempre nos recebeu muito bem, inclusive em um momento complicado como este que vivemos. A CONMEBOL apoia a ação impulsionada pelos clubes finalistas e que aponta a ajudar pessoas necessitadas que vivem no Rio. A final única deixa um legado muito mais amplo do que o âmbito esportivo”, explicou Alejandro Domínguez, presidente da CONMEBOL.

Seis organizações sociais foram escolhidas para a campanha, todas com impacto social comprovado e reconhecidas pelo trabalho que realizam: CIEDS, Voz das Comunidades, Instituto Reação, Rede Cidadã, Viva Rio e Luta Pela Paz.

  Palmeiras desperdiça oportunidades e empata com Guaraní

Leia Também:  Niki Lauda é enterrado em Viena com a presença de Lewis Hamilton e outros campeões da Fórmula 1

“Estar na final da CONMEBOL Libertadores é um momento muito especial para a história do Palmeiras. A torcida é a razão de existirmos como instituição e o que move esse esporte tão fascinante. A falta que eles fazem e farão nas arquibancadas no próximo dia 30 será grande, mas não será em vão. Ter a oportunidade de ressignificar esse momento desafiador que estamos passando, em uma ação que ajudará a sociedade como um todo através da renda dos ingressos virtuais, nos mostra que o legado desta final vai além das quatro linhas. Isso nos deixa ainda mais orgulhosos por fazer parte desta história”, disse o presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Maurício Galiotte.

“A pandemia foi algo que transformou a vida de todas as pessoas em 2020. Poder usar nosso bom momento esportivo para impulsionar o combate a essa doença cumpre a função social do Santos. Estamos muito satisfeitos de fazer parte dessa ação, ainda mais mostrando claramente a união dos dois times e da Conmebol, no principal torneio da América, em prol de entidades sérias, que promovem iniciativas exemplares. Temos certeza de que nossos torcedores estarão conosco em pensamento, incentivando nosso time. Será um espetáculo diferente, com certeza, sem nossas arquibancadas lotadas, mas a Conmebol vem realizando um trabalho que visa a segurança de todos e isso deve ser enaltecido”, falou o presidente do Santos FC, Andres Rueda.

O trabalho das organizações sociais é focado em apoiar os grupos prioritários até que as vacinas cheguem nessas pessoas, oferecendo alimentos, água potável, materiais de higiene pessoal, máscaras, luvas e álcool em gel. Serão atendidas inicialmente pessoas com 60 anos ou mais que vivem em asilos ou instituições, pessoas com deficiência, em situação de rua e moradores de comunidades em extrema vulnerabilidade.

  Palmeiras não supera o Goiás e perde na 22ª rodada da Série A

Leia Também:  De olho no mercado, Flamengo tem Rodrigo Dourado, volante do Internacional, no radar para 2020

“Existem muitas pessoas que precisam da nossa ajuda, mesmo sendo do grupo prioritário. São os excluídos socialmente, aqueles que estão no final da fila de vacinação entre os que têm prioridade. Precisamos de apoio para cuidar deles até que estejam imunizados e uma ajuda como essa será muito importante para a continuidade do nosso trabalho”, explicou Vandré Brilhante, presidente do Cieds, organização que administra 93 residências terapêuticas públicas e 16 abrigos no Estado do Rio.

Segundo o ativista Rene Silva, fundador do Voz das Comunidades, as organizações que trabalham com comunidades mais pobres sofrem com uma queda no número de doações. Parte do dinheiro da renda da final será usado pela equipe do Voz para a compra de refeições, que serão distribuídas para as famílias que mais têm sofrido com os efeitos da pandemia.

“As pessoas não conseguem emprego e também não conseguem trabalhar nas ruas. O que a gente mais precisa nesse momento é de doação de alimentos”, declarou Rene Silva, que criou o projeto Prato das Comunidades para alimentar quem precisa, mas também para gerar empregos, movimentando restaurantes e entregadores, dando emprego e oportunidades pra cozinheiros, mototaxistas e funcionários.

Depois desse esforço emergencial, as organizações sociais focarão em ações de mitigação dos impactos causados pela Covid-19, com trabalhos de acesso a educação, integração social e cidadania. A final é única, mas o legado será duradouro.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA