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PPSA registra arrecadação recorde para a União

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Nos seis primeiros meses deste ano, a Pré-Sal Petróleo (PPSA) arrecadou R$ 1,23 bilhão com a comercialização da parcela de petróleo e gás de direito da União em contratos de partilha de produção.

Segundo informou a empresa, hoje (27), no Rio de Janeiro, o montante é recorde desde a sua criação e supera em 1% o valor arrecadado no ano passado (R$ 1,22 bilhão).

Criada em novembro de 2013, a Pré-Sal Petróleo atua na gestão dos contratos de partilha de produção, gestão da comercialização de petróleo e gás natural e a representação da União nos acordos de unitização ou individualização.

No primeiro semestre de 2022, foi comercializado o petróleo dos contratos dos campos de pré-sal de Mero, Tupi e Sapinhoá para a Petrobras, que arrematou as cargas em leilão realizado na B3, Bolsa de Valores. Esses campos ficam na Bacia de Santos (SP).

Volume

Até o fim do ano, está prevista a comercialização de 19 cargas de 500 mil barris de petróleo cada. Desse total, sete cargas já foram entregues. Entre janeiro e junho, também foi comercializado o gás natural dos contratos dos campos de pré-sal de Búzios, Sapinhoá e Tupi.

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Na avaliação da PPSA, o resultado obtido no primeiro semestre deste ano confirma o crescimento esperado para a receita da União com a comercialização de sua parcela nos contratos de partilha de produção de petróleo. Até dezembro próximo, a expectativa é que a arrecadação alcance perto de R$ 4 bilhões. Os recursos são destinados ao Tesouro Nacional.

Desde 2013, a PPSA já arrecadou R$ 5,21 bilhões para a União, dos quais R$ 3,9 bilhões resultaram da comercialização e R$ 1,3 bilhão da Equalização de Gastos e Volumes (EGV), acerto financeiro decorrente dos Acordos de Individualização da Produção de Sapinhoá, Tupi e Tartaruga Verde.

Edição: Kleber Sampaio

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Obras na mansão de Guimarães, ex-Caixa, serão investigadas pelo TCU

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Pedro Guimarães pediu demissão da Caixa após denúncias de assédio sexual
Isac Nóbrega/Presidência

Pedro Guimarães pediu demissão da Caixa após denúncias de assédio sexual

O TCU (Tribunal de Contas da União) irá investigar as obras custeadas pela Caixa Econômica Federal na mansão do ex-presidente do banco , Pedro Guimarães, em Brasília, após pedido de Lucas Furtado, subprocurador do Ministério Público

O TCU aprovou por unanimidade a investigação sobre a reforma feita em 2020 que instalou de postes de luz no jardim de casa alugada pelo então presidente da instituição.

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Para Furtado, as obras podem ter ocorrido para atender a interesse pessonal e privado, com ofensa aos princípios da moralidade, da impessoalidade e da legalidade e com desvio de finalidade.

O TCU considerou que a matéria está “acompanhada de indícios suficientes concernentes à irregularidade ou ilegalidade”.

“Conhecer e verificar possível irregularidade relacionada à notícia de que a Caixa Econômica Federal (CEF) custeou obras na mansão em que o agora ex-presidente do banco Pedro Guimarães mora em Brasília; apurar a responsabilidade dos envolvidos e aplicar as sanções cabíveis por uso indevido do órgão e dos recursos públicos a ensejar, consequentemente, dano indireto ao erário”, diz o  processo aberto pelo TCU. 

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Segundo a Caixa, as obras foram realizadas para aumentar a segurança de Guimarães e sua família, após ele receber ameaças nas redes sociais.

A mansão de Guimarães fica no Lago Paranoá, um dos locais mais nobres de Brasília. A casa possui um campo de futebol e as obras foram estendidas até a beira do lago. O valor investido, no entanto, não foi revelado.

Pedro Guimarães pediu demissão do banco após denúncias de assédio sexual contra funcionárias próximas de seu gabinete. A pressão sobre o então presidente da Caixa aumentou após a revelação de áudios em que Guimarães prática de assédio moral contra subordinados da instituição.


Fonte: IG ECONOMIA

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