Cidades

Sete homens são pegos extraindo madeiras de área indígena em Campinápolis

Publicados

em

– Foto por: PMMT

Policiais do 1º Pelotão de Campinápolis (a 658 km de Cuiabá) encaminharam à Delegacia, nesta sexta-feira (02.04), sete homens por crime ambiental.

A abordagem foi feita após denúncia de um coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai), que esteve na unidade da PM informando que pessoas estariam realizando extração ilegal de madeira no território indígena, onde estão localizadas várias aldeias.

No local, os militares encontraram um acampamento montado, caminhões, tratores, uma motosserra, ferramentas e vários pedaços de madeira.

De acordo com os oficiais, o grupo confirmou o crime ambiental e relatou que já havia extraído a madeira desejada e se preparava para ir embora. Na vistoria, foi encontrado ainda um revólver calibre 22 dentro de uma mochila.

Dois caminhões e um trator que apresentaram problemas mecânicos ficaram no local.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 08000.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

– Foto por: PMMT

Fonte: Governo de Mato Grosso

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Faissal apresenta projeto que prioriza trabalhadores do comércio em vacinação contra Covid-19
Propaganda

Cidades

Recuperada da Covid-19, tenente-coronel da PM de MT é homenageada pelo filho que a tem como fonte de inspiração

Publicados

em


O estudante Pedro Henrique Beserra de Oliveira, 13 anos, é só orgulho quando fala da mãe, a tenente-coronel da Polícia Militar  Hadassa Suzannah Beserra de Souza. Ele diz que prefere não falar da profissão da mãe com os amigos, especialmente com os quais se relaciona apenas em ambientes extrafamiliar.

Essa opção, explica Pedro Henrique, é mais por segurança mesmo. Entretanto, conta que já percebeu que passa a ser mais respeitado quando os colegas descobrem quem é sua mãe. Quando a veem de farda, então, ficam surpresos e até receosos. Mas, ao contrário do que os colegas imaginam antes de conhecê-la, Pedro Henrique garante que sua mãe é muito legal e, como ele a define, bem tranquila. “Não é nada brava, é mais tranquila que muitas mães de amigos meus que não são policiais”, atesta.

Tímido, Pedro Henrique é de pouca conversa. Mesmo acanhado durante a entrevista, admitiu que não descarta seguir a carreira da mãe. “Não sei ao certo ainda qual profissão escolher, mas pode ser policial militar, sim”, observa.

Leia Também:  Batalhão de Trânsito da PM registrou aumento de 210% nas prisões por embriaguez ao volante

Além de orgulhoso, o adolescente está muito feliz com a recuperação da saúde da mãe. É que a tenente-coronel Hadassa foi diagnosticada com a Covid-19, teve 50% dos pulmões comprometidos pela infecção e passou mais de 10 dias internada em Unidade de Terapia Intensiva(UTI), em Cuiabá.

Aos 37 anos, atleta e com uma saúde que poderia se dizer perfeita, há alguns meses ela se viu à beira da morte. Já está recuperada e voltou ao trabalho, porém ainda trata sequelas cardíacas decorrentes da Covid.

Hadassa conta que enquanto estava internada pensava especialmente no filho. E, diz, ao mesmo tempo em que temia a morte, deixar Pedro Henrique sem mãe, fazia suas orações e agradecia a Deus pelo amor e a saúde do filho e dos pais, Carlos Alberto de Souza Silva, 69, e Giselda Beserra de Souza, 61.

Um mês antes de Hadassa ser internada, os pais dela tiveram Covid. Eles se recuperaram sem a necessidade de internação hospital. A principal preocupação dela era a mãe, que está em tratamento de um câncer, mas dona Giselda surpreendeu a todos apresentando sintomas leves da Covid-19.

Leia Também:  Casal é flagrado com US$ 130 mil na fronteira da Bolívia com Mato Grosso

“Essa pandemia está causando muita dor e sofrimento às famílias. No caso das mães, penso que nenhuma deveria passar pela dor de perder um filho, não é a ordem natural da vida”, avalia Hadassa.

Sobre o filho, a mãe orgulha diz que o apoiará na profissão que ele escolher. Mas, antes que ele escolha, juntos estão conhecendo e discutindo outras carreiras.

Hadassa se recorda que quando decidiu que faria o concurso para oficial da Polícia Militar isso, sim, foi surpresa em sua casa. Carlos Alberto e dona Giselda não esconderam o temor e as preocupações, mas ao final também a apoiaram a filha. “Hoje sei que eles se sentem orgulhosos”, completa.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA