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MT é um grande produtor, mas um péssimo comerciante, diz representante da Fecomércio

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Foto: Stephanie Romero/Assessoria Fecomércio

O vice-presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Francisco Antônio de Almeida, fez uma avaliação da situação econômica do estado, em entrevista ao jornal Primeira Página, da Centro América FM, nesta segunda-feira (11). Segundo ele, o estado precisa aprender a comercializar a própria produção.

“Mato grosso é grande produtor, mas péssimos comerciantes, quem vende são as tradings. O estado é o maior produtor de carne e a carne sai (do país) com carimbo de São Paulo”, declarou.

Ele afirmou que a contribuição dada pela Fecomércio é a emissão do certificado digital, de origem, rastreamento da produção.

“A Fecomércio agora está oferecendo esse serviço de forma exemplar e rápida. Devemos apresentar um programa de governo para ampliar essa base de arrecadação. Esse é um dos documentos necessários e vamos começar por ele”, explicou.

Para ele, o único setor do qual o estado pode se orgulhar é o agronegócio e defendeu que é preciso atrair empresas para gerar emprego e aumentar a arrecadação do estado. Inclusive, segundo o vice-presidente da Fecomércio, não é preciso aumentar os impostos para melhorar a arrecadação, apenas atrair mais empresas.

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“É um absurdo falarmos em aumentar a alíquota em um estado, em um país, cuja alíquota já ultrapassou e muito os limites aceitáveis. Temos um índice de desemprego inadmissível e só vamos acabar com isso quando trouxermos para cá indústrias, quem gera emprego é indústria”, disse.

O fato de o governador Mauro Mendes (DEM) ser do ramo empresarial, pode contribuir com essa evolução, na opinião dele.

G1 MT

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O Boletim do Leite de outubro já está disponível no site do Cepea!

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Cepea, 19/10/2021 – Nesta edição, confira:

Mesmo com custo alto, preço no campo pode cair em outubro
O preço do leite captado em agosto e pago aos produtores em setembro atingiu R$ 2,3827/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea, alta de quase 1% sobre o do mês anterior, em termos nominais. Contudo, para este mês de outubro, a expectativa dos agentes de mercado consultados pelo Cepea é de que o valor do leite captado em setembro se enfraqueça, mesmo diante dos elevados custos de produção. Leia mais.

Preços de derivados recuam em setembro 
Pesquisas realizadas pelo Cepea com o apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) apontam que, em setembro, os preços médios do queijo muçarela, do leite UHT e em pó (400g) negociados entre indústrias e canais de distribuição em São Paulo recuaram 1,70%, 2,37% e 0,62%, respectivamente, frente a agosto/21. Na comparação com o mesmo período de 2020, as quedas foram de 14,75%, 8,85% e 11% na mesma ordem, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de set/21). Leia mais.

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Importações sobem no terceiro trimestre de 2021
As importações de produtos lácteos somaram 30,4 mil toneladas no 3º trimestre de 2021, 23,5% acima do volume registrado no 2º trimestre, segundo dados da Comex. Contudo, na comparação com o mesmo período de 2020, quando as importações alcançaram 54,2 mil toneladas, houve queda de 44%. O resultado do 3º trimestre deste ano reflete a baixa oferta de leite no período – que levou à necessidade de importação para suprir a demanda doméstica. Entretanto, a desvalorização do Real frente ao dólar e o enfraquecido poder de compra dos brasileiros foram fatores que limitaram as aquisições de lácteos na comparação com o 3º tri de 2020. Leia mais.

Em setembro, custos registram alta de 0,99% 
O COE (Custo Operacional Efetivo) da pecuária leiteira subiu 0,99% entre agosto e setembro na “Média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP). De janeiro a setembro, o COE avançou 15,75%. Os aumentos nos custos de produção seguem influenciados pelas altas dos adubos e corretivos, dos combustíveis e de rações e concentrados. Leia mais.

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Fonte: CEPEA

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