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CAFÉ/CEPEA: Robusta se valoriza, enquanto preço do arábica recua

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Cepea, 15/9/2021 – Alguns negócios de robusta foram fechados nos últimos dias, influenciados pela alta das cotações. Porém, segundo colaboradores do Cepea, vendedores seguem relativamente retraídos, à espera de novo avanço dos preços. Nessa terça-feira, 14, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, fechou a R$ 745,89/sc, elevação de 1,7% frente ao dia 6. Para o arábica, as chuvas da última semana acabaram pressionando os contratos futuros da variedade e, consequentemente, os preços internos, afastando agentes do mercado. Além disso, os feriados nos EUA (6/9) e no Brasil (7/9) e paralisações de caminhoneiros em algumas rodovias do País reforçaram a retração de agentes, mantendo a liquidez interna baixa. Nessa terça-feira, 14, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 fechou a R$ 1.063,09/sc, queda de 1,8% frente à segunda anterior, 6. No campo, floradas da safra 2022/23 de robusta foram observadas no ES e em RO nos últimos dias, favorecidas pelas chuvas registradas entre o fim de agosto e o começo de setembro. Segundo agentes consultados pelo Cepea, estas foram as principais floradas da próxima temporada, tendo em vista que foram generalizadas em todas as lavouras da variedade. Para o arábica, a colheita da safra 2021/22 deve ser finalizada nos próximos dias na maior parte das regiões. Produtores seguem atentos ao clima, visto que algumas flores da safra 2022/23 começaram a abrir em algumas localidades. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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CITROS/CEPEA: Por enquanto, floradas em pomares de SP são consideradas satisfatórias

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Cepea, 26/11/2020 – O atual volume de flores nos pomares paulistas, que darão origem às laranjas da safra 2022/23, é considerado satisfatório por agentes consultados pelo Cepea na maioria das áreas citrícolas do estado de São Paulo. Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto nos pomares irrigados a abertura das floradas foi observada a partir de setembro, nos sem irrigação, isso só foi ocorrer em meados de outubro, após a chegada – atrasada – das chuvas. Agora, agentes se mostram preocupados com possíveis impactos da falta de chuvas neste ano sobre o vigor das plantas. Vale lembrar que o clima tem influência direta no pegamento, ou seja, chuvas, calor em excesso ou até mesmo grandes amplitudes térmicas podem ter efeito negativo sobre essa fase de desenvolvimento dos frutos. Pesquisadores do Cepea ressaltam que o resultado desta etapa deverá ser melhor avaliado no começo do próximo ano. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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