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Polícia apura denúncia de caso de estupro de vulnerável na área rural de Lucas do Rio Verde

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Suspeito é padrasto. Menina de 7 anos mostrou comportamento estranho durante atividade escolar

SONY DSCO comportamento de uma criança durante as aulas numa escola rural de Lucas do Rio Verde levou a Polícia Civil a investigar suposto caso de estupro de vulnerável. A vítima, uma criança de 7 anos, chorou durante uma atividade proposta pela professora ao abordar a figura do padrasto. A criança é enteada do suspeito.

Imediatamente, a direção da escola acionou o Conselho Tutelar que trouxe o caso ao conhecimento da polícia. O delegado Rafael Scatolon explicou que a criança confirmou ter sido abusada pelo padrasto. “Diante dos relatos verossímeis da vítima nós representamos pelo mandado de prisão temporária do suspeito, que foi decretado pela Justiça e cumprido na segunda-feira”, confirmou o delegado.

A vítima relatou que o padrasto fazia caricias, mas não chegou a ter conjunção carnal. O delegado explicou que o estupro de vulnerável não é caracterizado apenas por conjunção carnal ou sexo oral. Carícias íntimas nos seios ou genitália tipificam esse tipo de crime. “Há várias situações em que o crime de estupro não deixa vestígio, que não é aferida através de exame de corpo de delito. Mas, com base na oitiva da vítima, de testemunhas, nos relatos que essa vítima fez aos professores e confirmado também aos membros do conselho tutelar e aqui, na Delegacia de Polícia, são indícios que podem confirmar esse abuso sexual sofrido pela vítima”, explicou.

Ainda de acordo com o delegado, a vítima chegou a alertar a mãe sobre o comportamento inadequado do padrasto. “A mãe disse pra ela esquecer disso, pois não sabia o que estava falando. Normalmente, quando se trata dessa relação em que o padrasto abusa da enteada, muitas mães que convivem com esse suspeito não acreditam no abuso sexual sofrido pela filha. Infelizmente”, lamentou o delegado.

Fonte: ExpressoMT

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