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Palmeiras supera assédio a jogadores e constrói elenco com contratos a longo prazo

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Da base titular, apenas Felipe Melo tem vínculo se encerrando no fim de 2019

Os milhões de euros da China que poderiam aliviar as contas não só foram recusados – mais de uma vez – como ajudaram o Palmeiras a longo prazo. Depois de segurar a investida do Tianjin Teda por Bruno Henrique, a diretoria do Verdão venceu a concorrência e deu segurança a Felipão para as próximas temporadas.

Em termos de contrato, Bruno Henrique era o jogador que mais causava preocupação no Palmeiras. A multa rescisória no valor de 6 milhões de euros (R$ 25,3 milhões na cotação atual) deixava o clube na iminência de perder seu capitão para uma proposta salarial irrecusável de fora, que até veio, mas foi transformada em renovação por Alexandre Mattos.

O assédio chinês fez o Verdão ampliar os vínculos de Dudu e Bruno Henrique até o fim de 2023. O clube também terá à disposição no mesmo período o lateral-direito Mayke, o volante Matheus Fernandes, o meia Zé Rafael e os atacantes Arthur Cabral e Carlos Eduardo – o zagueiro Antônio Carlos também tem vínculo até 2023, mas se encerrando em junho.

Gustavo Gómez chegou ao Palmeiras em agosto, com contrato até junho de 2019. Mas, como o próprio paraguaio já revelou, há uma cláusula de extensão automática do vínculo se ele jogar pelo menos 50% das partidas do clube no período – o jogador tem 20 jogos e três gols marcados com a camisa alviverde até agora.

Nas próximas duas temporadas, apenas sete atletas terão a necessidade de negociar renovação, e somente um deles tem menos de 30 anos.

Em 2019, são cinco: Felipe Melo (35 anos), Fernando Prass (40 anos), Jailson (37 anos), Edu Dracena (37 anos) e Guerra (33 anos). Em 2020, mais dois: Jean (32 anos) e Hyoran (25 anos).

Da base que vem sendo aproveitada por Felipão, Marcos Rocha, Diogo Barbosa, Luan, Thiago Santos, Lucas Lima, Gustavo Scarpa e Deyverson possuem vínculo se encerrando em 2022, enquanto Willian, Borja, Victor Luis, Moisés e Raphael Veiga têm contrato até 2021.

Emprestados até o fim da atual temporada, Ricardo Goulart e Felipe Pires estão garantidos no Palmeiras até dezembro. Apresentado na última quarta-feira, Goulart afirmou que o ciclo dele na China terminou, mas os direitos dele estão fixados em 10 milhões de euros (R$ 42,2 milhões na cotação atual).

Globo Esporte

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