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Justiça autoriza quebra do sigilo telefônico de mulher de ex-deputado suspeita de atropelar e matar um menino em MT

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Celular de Lidiane Campos foi encaminhado para Politec, no dia 31 de outubro. Delegada responsável pelo caso pediu urgência na perícia.

A Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico de Lidiane Campos, ‘ditigal influencer’ e mulher do ex-deputado federal Adilton Sachetti. Ela é suspeito de ocasionar o acidente que causou a morte do menino Daniel Augusto Silva, de 3 anos, no dia 11 de agosto em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

O G1 não conseguiu contato com a defesa de Lidiane.

O celular da blogueira foi encaminhado para análise da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), no dia 31 de outubro. A delegada responsável pelo caso, Ludmila Vendramel, pediu urgência na perícia e aguarda o resultado para a conclusão do inquérito.

No início do mês passado, um laudo da perícia técnica concluiu que o acidente foi ocasionado pelo comportamento ilegal da suspeita, que não teria respeitado a sinalização, invadindo a preferencial. Lidiane dirigia uma caminhonete e ao deixar de obedecer a placa de ‘pare’ atingiu a moto que transportava Daniel, o pai e a madrasta.

O menino chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Marcos Souza da Costa, pai de Daniel, machucou o pé e se recuperou. A madrasta da criança sofreu lesões no joelho e tornozelo, foi socorrida e passou cirurgia.

O acidente

Lidiane dirigia uma Hilux SW4 que cruzou a Avenida 15 de Novembro, atingindo a moto. A caminhonete, mesmo após a batida, prosseguiu até a Rua Rosa Bororo e virou fugindo pela contramão.

Estavam na moto Dayane Palmeiras dos Santos, de 35 anos, o marido dela, Marcos Souza da Costa, de 30 anos, e Daniel Augusto Costa, de 3 anos. Eles retornavam de uma comemoração do Dia dos Pais.

Quando a polícia chegou encontrou a caminhonete na própria Avenida 15 de Novembro, local do acidente. O automóvel foi apreendido, mas a motorista não estava no local.

Depoimento da motorista

A ‘digital influencer’ se apresentou na delegacia três dias após o acidente para prestar depoimento.

Na ocasião, Lidiane não falou com a imprensa. O advogado dela, que também estava na delegacia, disse que ela e o marido tentaram oferecer assistência à família.

G1

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